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Friday, 13 August 2010

14 de agosto dia da independência no pak

14 August is a National holiday of Pakistan. In the capital Islamabad and in all major cities of Pakistan the Government Offices are lit up as well as all the larger skyscrapers. Flag hoisting ceremonies and cultural programs take place in all the provincial capitals. In the cities around the country the Flag Hoisting Ceremony is done by the Nazim (Mayor) belonging to that constituency. In various private organisations the Flag Hoisting Ceremony is carried out by a Senior officer of that organisation. Schools and colleges around the country organise flag hoisting ceremony and various cultural activities within their respective premises. Families and friends get together for lunch or dinner, or for an outing. Housing colonies, cultural centres, and societies hold entertainment programmes and competitions.

Other events include: Changing of the guard at the mausoleum of Mohammed Ali Jinnah, Mazar-e-Quaid, Wagah Border ceremonies, fashion and musical concerts, both sides releasing prisoners that may have crossed each others borders.

leia aqui em português

Pakistan ZIndabad
ao povo que ama tanto o seu país!

diferentes dos outros anos, não por ser ramadan, mas sim pelas tragedias devido as enchentes no pak não haverá nenhuma celebração como antes... momento triste lá... muitas milhares de vitimas

Thursday, 12 November 2009

Diário de Bordo - Paquistao

De acordo com os ensinamentos islâmicos, receber visitas é considerado uma expressão da benção de Deus e até mesmo o muçulmano mais pobre sairá de seu rumo para ajudar o próximo, nunca esperando algo em troca...

Isso é o Paquistão! Apesar da sua imagem deteriorada e de sua má fama de pais terrorista, o Paquistão possui um dos povos mais hospitaleiros da face da Terra. Para nós, foi uma surpresa cruzar a fronteira India/Paquistão e encontrar pessoas tão diferentes e amigáveis do lado de cá. Todo paquistanês que cruzava o nosso caminho ou com quem conversávamos nos dava a mão e as boas vindas ao seu pais. Queriam saber de onde viemos, se achávamos que viajar por ali era perigoso, se estávamos gostando... e quando falávamos que estamos adorando, ficavam todos orgulhosos.

O Paquistão, cujo significado é Terra da Espiritualidade Pura, possui apenas 60 anos de existência. O pais foi criado quando a Inglaterra, exausta depois da Segunda Guerra Mundial, percebeu que não teria mais condições de manter todo o seu império unido. Então, em 1947, os ingleses tiveram que abrir mão da “Jóia da Coroa”, India, e declarar sua independência. Primeiramente, os ingleses queriam deixar para trás um único país, porém os indianos muçulmanos estavam receosos de serem reprimidos pela maioria hindu. Sobre a liderança de Mohammed Ali Jinnah, os muçulmanos persuadiram os ingleses de que deveriam ser criados dois paises distintos: India e Paquistão e, após muita relutância, a Inglaterra desenhou uma linha no mapa demarcando os dois territórios. A demarcação teve nexo apenas no papel, pois na realidade tornou-se um pesadelo, pois resultou num dos maiores movimentos humanos. Milhares de muçulmanos deixaram suas casas e trabalhos e mudaram-se a pé ou de trem para as áreas que se tornariam o Paquistão e, enquanto eles iam para oeste, encontraram milhares de hindus viajando em direção contrária, resultando em uma guerra sangrenta. Durante o tempo em que os líderes indianos puderam reestruturar seu pais baseados no legado deixado pelos britânicos, os paquistaneses tiveram que construir seu pais do zero.

Após a independência, o Paquistão era uma nação dividida em duas partes, leste e oeste, com mais de 1.000km de distância entre elas. As dificuldades para governar dois territórios separados foram enormes e foi inevitável a sua separação, a qual aconteceu em 1971, após mais uma sangrenta guerra, quando o Paquistão do leste tornou-se Bangladesh.

Mesmo tendo sido desenhada a divisão entre India e Paquistão, o território de fronteira, que se chama Caxemira (norte), até hoje está sendo disputado no mais alto campo de batalha do mundo, a 6.000m de altitude. Temperaturas de -50˚C, ventos fortes e ar rarefeito mataram mais soldados do que a própria disputa, que apesar do atual cessar-fogo, está longe de ser resolvida.
Depois de tantas guerras trágicas, aconteceu o episódio de 11 de setembro e o governo paquistanês entrou na luta contra o terrorismo, apoiado pelos Estados Unidos. Muitos não-muçulmanos, pessoas que trabalham para o governo e policiais passaram a ser o alvo dos fundamentalistas Talibãs,. Além de tudo isso, o pais ainda possui problemas com suas diversas tribos existentes em seu território, das quais, algumas lutam por independência, e outras, aplicam suas próprias leis em seus territórios onde o governo não possui nenhum poder.

Bom, mas deixando toda a história de lado, vamos falar um pouco de nossas experiências por lá...

Quando entramos em território paquistanês, seguimos direto para Islamabad (capital) por uma rodovia perfeita e sem comparações com as estradas indianas. Foi um alívio ver as coisas mudando da água para o vinho e tornando-se mais organizadas e limpas.
Na capital, fomos surpreendidos quando encontramos um camping para turistas bem no meio da cidade. Lugar perfeito para montar acampamento e organizar as nossas coisas. Islamabad é uma cidade planejada e muito diferente de todo o resto do país. Cada bloco possui o seu comércio, que é cheio de vida e comidas que nunca mais tínhamos visto, como carne de boi.
Logo ali do lado, na cidade vizinha Rawalpindi, pudemos apreciar uma das mais importantes e significativas artes do país, a decoração e ornamentação de caminhões. Mais impressionante do que ver os acessório e como eles são feitos, é ver um típico caminhão paquistanês rodando pelas estradas. Existe até uma competição entre eles, onde ninguém quer ficar para trás e sempre querem ter o caminhão mais bonito e mais decorado. Um caleidoscópio de cores e enfeites que animaram a nossa viagem pelas ruas e rodovias do Paquistão. Nem as motos, tuk-tuks e tratores escapam e são cheios de penduricalhos.

Porém, o nosso maior objetivo nesta parte da Ásia era dirigir por uma das rodovias mais bonitas do mundo, a Karakoram Highway. Esta rodovia com 1.200km foi construída entre 1966 e 1982, através de uma parceria entre Paquistão e China com o objetivo de ligar os dois países através do Passe Khunjerab (4.730m de altitude). Deslizamentos, calor, frio, e acidentes tiraram a vida de um paquistanês a cada 1.5 quilômetros. Além desta massiva obra, essa região é muito famosa por possuir a maior concentração de picos altos e glaciares do mundo, incluindo o K2 de 8.611m, segunda montanha mais alta do planeta, além de ser cheia de história e cultura. Foi através dela que o budismo se espalhou pela China e Tibet, por ela que o islamismo chegou ao Paquistão e a região foi palco da luta entre ingleses e russos pelo Afeganistão.
Colocamos o pé na estrada e lá fomos nós sentido o norte. Uma das grandes vantagens dessa rodovia é que ela não é cheia de sobe e desce, mas sim, vai acompanhando o Rio Indus e subindo aos poucos. As primeiras cidades foram tumultuadas e com bastante trânsito, porém, quanto mais subíamos, melhor a estrada ficava e mais impressionante a paisagem se tornava.

O tempo não estava dos melhores, pois havia uma espécie de fumaça no ar e não podíamos enxergar muito longe, tampouco ver as montanhas com muita definição. Portanto, os melhores momentos da ida foram com as pessoas. O Paquistão possui uma grande diversidade de pessoas e o que mais nos chocou neste pais foi a predominância masculina, onde vilas eram dominadas por homens e nenhuma, mas nenhuma mulher mesmo, era vista. Muitas vezes a Michelle se sentia incomodada, pois mesmo toda coberta com roupa comprida e lenço na cabeça, ela chamava a atenção, sendo a única mulher nas ruas e restaurantes.

A Karakoram é cheia de postos policiais, pois além de seus limites é uma terra sem leis, onde as tribos ditam as regras e o governo não tem muita interferência. Numa de nossas primeiras noites por lá, achamos um lugar bem legal e com uma linda vista a beira da estrada para passar a noite, mas quando estávamos prestes a ir para a cama, escutamos uma sirene e 3 policiais vieram nos avisar que era muito perigoso passar a noite por ali. Nos aconselharam segui-los e acampar no posto policial. Nos convidaram para tomar chá, como em todos os lugares que fomos por lá, e até nos trouxeram pão e molho para a janta. Sempre querendo ajudar!!
Nos dias seguintes foi a mesma história. Era só pararmos em um posto policial e eles já nos convidavam para um chai (chá). Depois de tanta hospitalidade, chegou a nossa vez de ajudar também. Um carro havia sofrido um acidente, quando vinha em alta velocidade e após passar um monte de areia, que havia se acumulado sobre a estrada, rodou e desceu de ré um barranco de uns 6m de altura. Os 3 passageiros foram sortudos que o carro parou a 1cm de cair do muro de contenção, onde seriam mais muitos metros de barranco até o rio. Colocamos nosso guincho para funcionar e puxamos o carro barranco acima assistidos por uma platéia de curiosos barbudos. Em menos de uma hora, o carro quase que intacto e os passageiros a salvo, continuaram sua viagem e nós a nossa. O cenário a cada quilometro era mais espetacular, com montanhas cada vez mais altas e nevadas. Duas partes de todo o trajeto nos chamaram mais a atenção por sua beleza: as cidades de Ghulmet e Karimabad, rodeadas por picos de mais de 7.000m de altitude; e o vilarejo de Passu, com seus glaciares e as montanhas pontudas que formam as catedrais. A vontade era de não sair mais dali...

Nos últimos quilômetros, mais precisamente 85, subimos cerca de 2.000m de altitude e passamos por um dos vales mais estreitos da rodovia até chegarmos no Parque Nacional Khunjerab. As paredes deste vale são compostas por um pedregulho preto, o que origina o nome kara koram. Acampamos a 4.050m de altitude e a uns 17km do passe, onde tivemos uma noite congelante o que realmente contrastava com o calor de mais de 40 graus que vinha fazendo nas partes mais baixas. O Parque Khunjerab é o habitat de um grande carneiro chamado Marco Polo, o qual possui um chifre encaracolado e que é muito raro (cerca de 100 exemplares que só existem neste parque), além dos chifrudos ibex, marmotas cor de ouro, lobos e leopardos da neve.

A paisagem lá no topo era espetacular, longa, plana, com rios e lagos congelados, montanhas fantásticas e cheias de yaks pastando. Passamos algumas horas curtindo o lugar e até colocamos um pé na China, mesmo que só por debaixo do portão. A China não faz parte de nossos planos nesta viagem, mas confessamos que a vontade de continuar pela rodovia e desbravar o território chinês foi enorme. Depois de mais um convite para chá, tomamos nossa caminho de volta. Pensamos que iria ser uma volta entediante, vendo as mesmas paisagens e vilas, porém o cenário foi totalmente diferente indo no outro sentido. As montanhas eram vistas de outros ângulos, outras eram a primeira vez a serem vistas e o melhor, o tempo mudou de 8 para 80 e o céu azul tornou tudo muito mais bonito e mais claro do que na vinda. A cada curva dávamos um suspiro, pois a paisagem era mesmo de tirar o fôlego.

Foram apenas oito dias que passamos neste lugar e sabemos que não foi o suficiente devido haver muita coisa para se explorar por lá. Com certeza, voltaremos novamente para a Karakoram Highway, ou de carro, ou de bicicleta, ou simplesmente para fazer umas das diversas caminhadas que são possíveis de se fazer nas montanhas paquistanesas.

Dois dias de descanso em Islamabad e pisamos no acelerador sentido Irã. Foram 4 longos dias de viagem, onde nos dois primeiros, com um calor de 45 graus, cruzamos diversas cidades mais ao sul do país e nos outros dois, com o mesmo calor, cruzamos o Deserto do Baluchistan. Tínhamos que dirigir com a janelas fechadas, pois o vento que vinha de fora era de queimar a pele, mas o cenário desértico e montanhoso foi compensador e os pequenos vilarejos no caminho pareciam uma coleção de abrigos de barro, secos e sujos.

Viajar pelo Paquistão foi uma das melhores experiências que tivemos em nossas vidas. Quebramos paradigmas e imagens distorcidas e conhcemos a realidade desse pais tão enigmático e hospitaleiro e isso, levaremos para nossa vida toda.

In Sha’ Allah, nos vemos no Irã!

PS 1 - Uma particularidade entre os homens paquistaneses é o modo de cumprimentarem-se. Por ser uma sociedade masculina, falta de afeto constante com uma mulher e restrições religiosas, os homens são muito sinestésicos com seus amigos e companheiros. Abraços apertados, dar as mãos e segurá-las durante uma conversa, andar de mãos dadas na rua é algo muito comum de ser ver. Para nossa sociedade isso seria motivo para um Mmmhhh (o que nós dois fazíamos quando víamos essas cenas), mas que para eles é muito normal e não afeta em nada a sua masculinidade. Quando o Roy chegava a primeira vez para conversar com eles, todos davam as mãos, mas se os encontrássemos pela segunda vez, já vinham para o abraço. Ainda bem que não encontramos ninguém pela terceira vez...

PS 2 – Se o Roy era recebido com apertos de mão e abraços, a Michelle, pelo contrário, era muitas vezes ignorada e nem a olhavam na cara. Se precisávamos receber algum troco ou alguma informação nunca ninguém falaria com ela, somente com o Roy. O engraçado era vê-los muitas vezes surpresos, pois ao invés de ela ficar submissa e quieta no canto dela (comportamento normal de uma mulher muçulmana), ela se metia nas conversas e nos acontecimentos e todos a olhavam com um olhar de choque.

PS 3 – Depois dos comprimentos e do convite para o chá, vinham os imensos questionários a serem respondidos, e sempre eram as mesmas perguntas.

- Que pais?
- Com o que você trabalha?
- Amiga ou esposa? Essa sempre temos que mentir aqui na Ásia, pois para a cultura deles, um casal estar viajando juntos e não ser casado é um absurdo. E se falamos que não, temos que explicar pra eles como isso funciona e isso é praticamente uma tarefa impossível. Um guarda até chegou a comentar conosco, indignado, que existem vários casais que vão viajar e são apenas namorados.
- Vocês não tem filhos? Por quê? Não precisamos explicar a difícil questão de sermos namorados e estarmos viajando juntos, mas temos que explicar o porque que não temos filhos depois de casados. Para um muçulmano, ter muitos filhos é uma dádiva de Deus e é ele que decide quantos você terá (três, cinco, sete ou mais que dez!!).
- Sem banho? Quando nos encontravam em nosso acampamento, sempre vinham com essa pergunta, pois nunca viam um chuveiro em nossa casa. Para eles, a limpeza é muito importante e eles são meio que vidrados nisso, portanto lavam-se antes de comer, de orar, de dormir, depois da relações sexuais e tudo mais... e ver-nos naquele calor infernal e sem banho, era um tremendo baque para eles. Mas nós tomamos banho, viu?

Fonte e mais fotos: http://www.mundoporterra.com.br/diario/diario-de-bordo-no-36---paquistao/

Thursday, 13 August 2009

Dia da Independência do Pakistan

Pakistan's independence day (also known as Yom-e-Istiqlal (Urdu: یوم استقلال )) is observed on 14 August, the day on which Pakistan became independent from British rule within then what was known as the British Raj in 1947. The day is a national holiday in Pakistan. The day is celebrated all over the country with flag raising ceremonies, tributes to the national heroes and fireworks taking place in the capital, Islamabad. The main celebrations takes place in Islamabad, where the President and Prime Minister raise the national flag at the Presidential and Parliament buildings and deliver speeches that are televised live. In the speech, the leaders highlight the achievements of the government, goals set for the future and in the words of the father of the nation, Quaid-e-Azam, bring "Unity, Faith and Discipline" to its people.

Muitos fogos, comemorações, apresentações militares etc.. marcam essa data, dia 14 de agosto dia da independência do Paquistão como colonia britânica.
Paquistaneses são muitooooooo patriotas, pintam os rostos, as mãos ( e não só em época de copa)... enquanto muitos brasileiros nem o hino sabem cantar...
Então: Pakistan Zundabad= long live to Pakistan

14 de Agosto de 1947! 62 anos de independência!

O Estado moderno do Paquistão foi criado em 14 de agosto de 1947, na forma de dois territórios majoritariamente muçulmanos nas porções leste e noroeste da Índia Britânica, separados pela Índia, de maioria hindu. Integravam o Paquistão independente as províncias do Baluchistão, Bengala Oriental (futuro Paquistão Oriental e, mais tarde, Bangladesh), Fronteira Noroeste, Panjabe Ocidental e Sinde. A partilha da Índia Britânica resultou em distúrbios[9] na Índia e no Paquistão - milhões de muçulmanos mudaram-se para o Paquistão, e milhões de hindus e siques mudaram-se para a Índia. Surgiram controvérsias entre os dois novos países quanto a diversos Estados principescos, como Jammu e Caxemira, cujo governante aderiu à Índia após uma invasão de guerreiros pachtos; como conseqüência, a Primeira Guerra Indo-Paquistanesa (1948) terminou com a ocupação pela Índia de cerca de dois-terços de Jammu e Caxemira.

Wednesday, 5 August 2009

Advinhe a frase

Na Bijli,
Na Pani,
Phir bhi Dil hai Pakistani...

Dica:

Tuesday, 5 May 2009

Hoje Sonhei com A Fronteira...

Nao entendeu nada ne? hehe ...Essa noite eu sonhei que organizei uma excursao para a fronteira do Paquistao.. (coisa de gente desocupada que nao tem o que sonhar?) Ai fomos todos de onibus ( rapido e impossivel no mundo real) mas o onibus era em formato redondo.. aff sera que era um disco voador? Dentro agente se separou em grupo que vestia preto, rosa e vermelho e o azul (num sei porque, coisa estranha). Bom, ai eu vi varias amigas minhas na epoca da faculdade, elas estavam trabalhando, bem sucedidas, ate entao o cenario parecia Jundiai interior de Sampa...
Entaum uma amiga minha disse: -Olha pra ligar para o Pak daqui eh so 0.34, liga voce que eh de sampa porque eu sou de Minas e eh mais de 3 reais... (nada a ver ne?) Entao eu sai do onibus (voador?) e fui ligar pro meu amore pedindo para que ele fosse ate a fronteira para eu pudesse ao menos ve lo ... So que eu estava de biquini (affff) e os guardinhas comecaram a me seguir, como meu amore nao apareceu, eu sai correndo de voltar para o bus... ahauauauauhuhahauhaua

Aff nao entendi nada? Alguem sabe interpretar sonhos?


Falando nisso, ja estava na minha listinha de temas, entao vou falar sobre a TROCA DE GUARDA NA FRONTEIRA : INDIA/PAQUISTAO

Um ritual diferente na fronteira entre Índia e Paquistão: Clique aqui para ver o Video maravilhoso que o Fantastico fez em 2006.

O ritual, que virou tradição desde a sangrenta separação, transforma a tensa fronteira entre os dois países em um lugar de espetáculo pacífico.

Todos os dias, no final da tarde, acontece uma espécie de “teatro oficial”, assistido por uma pequena multidão de cada lado da fronteira, muitos turistas incluídos (do lado indiano, claro). O ritual, quase caricato, parece medir o testosterona de cada lado, com marchas exageradas, uniformes pomposos e demonstrações de poder. Tanto exagero chegou ao extremo de atingir um nível cômico. De cada país marcham durante meia hora, pelotões de militares vigorosamente até se encontrarem, na linha da fronteira, enquanto a multidão grita o nome de seu país, como num jogo de futebol. Os oficiais trocam então apertos de mão diplomaticamente, hasteiam as bandeiras até que fiquem na mesma altura e assim fecham, com toda a pompa, a única passagem entre os dois países por toda a noite.
Hilario nao?
Eh chamado em Ingles de: Wagah Border Ceremony





Sunday, 22 March 2009

Lahore Resolution 1940/ Independência da Índia

Comemorações
A independência do Paquistão é na verdade comemorada no dia 14 de Agosto (da Inglaterra), porém Mariachiquinha me alembrou da data e fui pesquisar, até porque amore nem tocou no assunto, e esse tipo de data ele nunca esquece. Do dia 22 ao dia 24 é celebrado o começo da independência do Estado Único Indiano, que foi concluído em 1947 com a saída dos Britânicos.


Por isso eu digo, tenho orgulho de ser quase Paquistanesa, ôo povo batalhador, patriota, lutador! Um amor à Pátria! Que coisa linda! Se aqui se pinta o rosto é quando tem copa...

Aqui nem quase mais se comemora a independência do Brasil num? Você pergunta quando é??? Poucos sabem das datas e feriados do país, e se sabem é porque vai viajar...

March 23, 1940: The Lahore Resolution
"The people of Pakistan celebrate the 23rd of March, every year, with great zeal and enthusiasm, to commemorate the most outstanding achievement of the Muslims of South Asia who passed the historic Pakistan Resolution on this day at Lahore in 1940."


In the words of Quaid-i-Azam: "Hindus and the Muslims belong to two different religions, philosophies, social customs and literature. They neither inter-marry nor inter-dine and, indeed, they belong to two different civilizations that are based mainly on conflicting ideas and conceptions. Their concepts on life and of life are different. It is quite clear that Hindus and Muslims derive their inspiration from different sources of history. They have different epics, different heroes and different episodes. Very often the hero of one is a foe of the other, and likewise, their victories and defeats overlap. To yoke together two such nations under a single state, one as a numerical minority and the other as a majority, must lead to growing discontent and final destruction of any fabric that may be so built up for the government of such a state".

Commonly known as the Pakistan Resolution (help: Wikipedia)
was a formal political statement adopted by the Muslim League at the occasion of its three-day general session on 22–24 March 1940 that called for greater Muslim autonomy in British India. This has been largely interpreted as a demand for a separate Muslim state, Pakistan.

The 1940 resolution nowhere mentioned Pakistan and in asking for 'independent states' the spokesmen of the League were far from clear what was intended

Os muçulmanos do subcontinente começam a reivindicar maiores direitos dentro do Império britânico a partir do início do século XX. Muhammad Ali Jinnah, considerado o pai do moderno Paquistão, funda em 1916 a Liga Muçulmana do Paquistão, que se alia aos nacionalistas hindus no combate à dominação britânica.
A aliança é rompida na década de 20, com os primeiros choques entre as duas comunidades nativas. Em 1940, a Liga propõe pela primeira vez a constituição de um Estado separado da Índia.


Com a saída dos britânicos da Índia, em 1947, eclodem violentos confrontos entre hindus e muçulmanos. O resultado são os maciços deslocamentos populacionais na região: hindus que habitavam o vale do Indo e Bengala Oriental (atual Bangladesh), áreas majoritariamente muçulmanas, emigram aos milhões para o norte da Índia, enquanto os muçulmanos lá residentes fogem na direção oposta. A Índia foi dividida em governos autônomos, Paquistão e Índia. O Paquistão tornou-se república em 1956, tendo se formado por duas grandes áreas muçulmanas, uma no nordeste e outra no noroeste.

A Guerra Fria acirra o conflito indo-paquistanês na década de 50 – o Paquistão alia-se aos EUA e a Índia, aos soviéticos. (eu disse EUA)


Em 1947, a Índia foi dividida em governos autônomos, Paquistão e Índia. O Paquistão tornou-se república em 1956, tendo se formado por duas grandes áreas muçulmanas, uma no nordeste e outra no noroeste.

O Paquistão tem um governo militar desde outubro de 1999, após a derrubada do governo civil que tinha perdido apoio público.

1947 - Com a partilha da Índia, são criados os estados do Paquistão Oriental e Ocidental. Milhares morrem em decorrência da violência que se espalhou e outros tantos ficaram sem teto. Em 14 de agosto, Muhammad Ali Jinnah, líder absoluto dos muçulmanos na Índia britânica, assume o cargo de governador geral do Paquistão. Ele lutou junto com Gandhi, representando os muçulmanos contra os ingleses.

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