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Saturday, 22 May 2010

Resposta a um blog preconceituoso

Vi agora no blog da Juh:
RAFIK RESPONDE AO ISLA

Eu vi o blog desse cara.. nossa, nunca perca o teu tempo lendo aquilo flor, eh pessimo, ele eh super extremista, preconceituoso, julga a todos e generaliza a todos os muçulmanos..
Deus é um só! não importa o nome que ele tenha, Deus, Jeová, Allah, Javé, Deus e um.. e pronto. Ele usa de artigos contra os muçulmanos e tals, por exemplo que os homens podem bater em suas mulheres, mas quantas mulheres cristãs, brasileiras etc apanham caladas de seus companheiros??? não eh questao de religiao, talves de cultura e berço! educação! homem que é homem não faz uma coisa dessas.. alguns muçulmanos usam do Quran e interpretaram como querem para o seu beneficio, assim também como Cristãos fazem os mesmo...


Agente procura conteudo errado na internet e acaba ficando envenedada com com tranqueiras, sabia julgar aquilo que é bom para você, vá a um pais muçulmano depois fale alguma coisa; eu também já tive meus surtos contra o Islã, mas aprendi a ver as similaridades e só desejo que ele seja um bom muçulmano, siga a religião dele corretamente e seja feliz, para mim Deus é um só, e será comente um julgamento. Não adianta ser Cristão ou Muçulmano e não seguir corretamente, or ter más atitudes, roubar, matar etc, não importa tua religião, importa o que você segue, o bem ou o mal.
Nem perdi meu tempo escrevendo para esse cara, acho ele tão sem conteúdo, porquê não fez um blog para falar da religião dele? ou para conscientizar as pessoas para aonde vão as garrafas plásticas que usamos? hein hein hein hehehe

Thursday, 8 April 2010

Dubai- Uma ditadura disfarçada

Quando se pensa em Dubai se pensa em glamour, mas não é bem assim, vivendo aqui é que se nota o que há por baixo de tantos panos...
A população Árabe local aqui é mínima, cerca de 10%, porém eles tem sobrerania total nos poderes e diretos.
Aqui se é controlado tudo, o que você vê na internet, muitos sites são bloqueados; o que você manda por sms, um casal de amantes foi preso, pois um deles era casado e mandava mensagem impróprias para uma outra; o que se assiste na tv, cenas dos filmes são cortadas.
Os locais pintam e bordam e fazem o que bem querem aqui, pois tudo é ao reino deles, eles tem o total direito, batem nos seus empregados em público, maltraram suas crianças, já vi umas gurias árabes roubando por baixo da abaya.. quem desconfiaria delas? não podem ser revistadas, e ninguém teria coragem de acusá-las né???? porque perderia o emprego na hora e seria deportado, isso se não passasse dias na prisão por ter acusado...
Visto de comparação entre os países Islamicos, Dubai é um dos mais mentes abertas ( na minha opinião só perde para a Tunísia). Nas ruas se ve as fotos das Altezas reais que governam o país, são de forma idolatradas suas figuras, nem me atrevo a pensar mal deles,... deram uma boa repaginada aqui, mas ainda falta muito para tornar esse lugar habitável!
Claro que para os paquistâneses, indianos, etc que estavam acostumados a viver em situação bem pior de submissão do governo e cultura aqui é o paraíso!!!!!!!! Para quem estava livre, é de se estranhar que não se possa abrir a boca para reclamar de alguém somente porque ele é cidadão local ( não inclui natos de pais de outras nacionalidades em terras dos Emirados Árabes, pois não possuem diretos).
Aos olhos dos Árabes, somos trabalhadores deles, meros empregados que não temos direito algum. Tanto que eles tomam os passaportes dos seus empregados para que não corram o risco de fugirem...
Uma coisa que me chocou foi o caso de uma Filipina que ficou grávida depois de se estuprada por seu patrão Árabe, e para não ser presa, eu disse presa! Por ter ficado grávida sem estar casada, ela se jogou do prédio...
Se você é estuprada, e ao te investifgar descobrem que você por exemplo, mora com seu namorado e não tem como provar que são casados, você perde totalmente os seus direitos e vai para a cadeia, de vítima você passa a ser culpada... foda!
Vejam o caso dessa comissária, que por sorte teve o bebê em outro país, caso contrário, ela e o namorado estariam presos agora:


Dubai air stewardess who gave birth to her baby in a hotel room had no idea she was even pregnant.

Liz Curry, who works for Emirates and was alone on a 24-hour layover in South Africa, had thought she was suffering from a stomach ulcer in the months leading up to the dramatic delivery.

Curry says she had no idea she was six months pregnant when she was struck by agonising cramps in her Johannesburg hotel.
“The cramps were horrendous and within a few minutes, there was a baby. It gets a bit hazy after that, I was in complete shock,” she told 7DAYS.

The unmarried stewardess has been forced to stay in South Africa while she tries to sort out all the red tape.

‘My ulcer turned out to be a baby’

As flight attendant Liz Curry writhed in agony in a hotel room in Johannesburg, she feared the worse - she would have to phone in sick ahead of her Emirates flight back to Dubai.

But before she could call a doctor, an excruciating pain ripped through her stomach and minutes later Alexandra ‘Ali’ Johanna was born weighing 1.03kg.

Curry, an Irish expat who has lived in Dubai for eight years, called the hotel’s reception and begged for an ambulance.

As she ran out of the room, a member of staff ran in and discovered the three-month premature baby girl was not breathing.

“I ran out into the corridor shouting ‘oh my god, there’s a baby, there’s a baby’ and the lady had run in,” she said.

“When I followed her (the lady) back in, she was on the phone to a paramedic who asked her to check if Ali was breathing and she wasn’t. That moment was terrifying.

But suddenly we heard a noise and it was Ali teaching herself to breathe for the first time.”

Ali, who was born on January 21, spent two months in an intensive care unit and has amazed doctors with her recovery in the face of her dramatic entrance to the world.

Curry says she had no idea she was pregnant, as she has a history of stomach ulcers and feelings of fatigue, nausea and an out-of-sync menstrual cycle are not uncommon for cabin crew.

“I’d been feeling under the weather for a while. I saw the doctor and explained how I felt and was given a blood and urine test.

That was in December. I never got the results. I asked for them but was told I should just take the ulcer medication, which is what I did. And then a month later, Ali was born.”

Ali’s father, an Australian expat, and Curry have been a couple for two years.

He had just returned to Australia and Curry now plans to emigrate there with Ali.

“I’m on unpaid leave with Emirates at the moment but I can’t come back to work in Dubai - not just because I’m a new mother but also because of the law. As I’m unmarried, if I’d had the baby in Dubai, I would have been arrested.

But now I have Ali, it is still a grey area whether I could be arrested if I ever set foot back in the country... I can’t take the risk.”

In the meantime, a dhs250,000 medical bill and a sea of red tape mean the pair will have to stay in South Africa for several more weeks

Dubai me agrada ao ser cosmopolitano, conhecer pessoas de países que eu nem sonhava que existiam ehehe, e também é bem mais seguro que São Paulo, aonde eu nem atendia o celular na rua, aqui saio tranquilamente vestida como eu quero, levando e usando o que bem intendo sem estar preocupada em ser assaltada, claro que não é como a Suiça.. aonde você poderia deixar sua bicicleta do lado de fora de casa sem corrente e três semanas depois ela estar intacta, aqui em Dubai a Kari me ensinou a não se arriscar tanto...

=)

Thursday, 25 June 2009

Até onde vai o Preconceito?

Quem namora ou eh casada com algum estrangeiro sabera do que estou falando. Quando contei que gostava de um paquistanês já veio logo a seguinte frase: - Um homem bomba? Cuidado hein!
Agora se eu dissesse vou me casar com um Americano, aposto que iriam me dizer: - Nossa hein! Se deu bem, ele é rico? Se fosse Italiano, ninguém perguntaria se ele era da mafia...hehehe
Até onde vai o preconceito das pessoas? Não seria ignorância?
Paquistão? É no Oriente Médio?
Nahi! (não) Paquistão fica na Ásia, sim ao lado do Afeganistão.. da China, da Índia, do Irã...
Ouvi muito da minha família, principalmente de uns tios meus, é muito complicado, mas me afastei deles, raramente visito meus familiares que moram em Jundiaí. Sinceramente cansei de ouvir que ele era homem- bomba, eu me segurava para não chorar... voltava pra casa jurando que nunca mais voltaria lá.

Decidi tocar nesse assunto, porque sei que muitas sofrem esse preconceito, não somente quem gosta de um paquistânes, mas geralmente quem gosta de um muculmano... isso tudo comecou depois de 11 de setembro..

Agora pela manhã estava lendo notícias e vi essa que me inspirou:

Policial entra com processo após chefe dizer que ele parecia Bin Laden (Foto acima)
Tariq Dost acusou Darren Yates de discriminação racial e religiosa.'Ele se sentiu desconfortável comigo por causa da minha aparência', disse.

O policial Tariq Dost entrou com um processo no tribunal de Birmingham, no Reino Unido, contra o seu chefe porque ele disse que Tariq parecia o terrorista Osama Bin Laden, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail". Tariq Dost acusou Darren Yates de discriminação racial e religiosa devido às frequentes brincadeiras que aconteceram em 2007. O policial disse que seu chefe fez vários comentários discriminatórios contra ele por causa de sua raça, religião e crença. "Eu acredito que ele se sentiu desconfortável comigo por causa da minha aparência", afirmou Dost, que considerou a atitude de Yates altamente ofensiva, humilhante e discriminatória para ele e para todos os muçulmanos. O policial chegou a se queixar para seus superiores sobre o incidente, mas Yates recebeu apenas advertências por fazer comentários inapropriados e ofensivos. A maior punição que ele recebeu foi uma advertência por escrito.
No entanto Dost destacou que ele recebeu tratamento diferente por parte de seus superiores quando seu chefe o acusou ter feito comentários sobre seu desempenho sexual. Ele foi alvo de um processo disciplinar. Apesar de ter negado as acusações, Dost foi considerado culpado e teve que pagar uma multa de cerca de 3 mil libras.

obs: Para quem não sabe os Bin Laden era muito amigos da Família Bush, possuem muitos negócio...
Vi uma reportagem ontem, (blog Universal Discusion) contando que nos Estados Unidos as pessoas deveriam ficar de "olho" em quem era americano e muculmano porque se era muculmano significava que não era um bom americano... aff
No Reino Unido, muitas pessoas que tem a cor de pele um pouco mais escura são constatemente paradas por serem "susteitas"... meu professor de inglês no pak era britânico, porém de família paquistanesa e me contara que havia sido parado quase todos os dias, e que até mandavam ele para a delegacia, porque por ele ser "paquistânes" não havia possibilidade dele morar em um bairro tão bom de lá, então pelo fato dele estar lá era porque deveria estar armando alguma coisa... péssimo, porque ele realmente morava lá.
Um bom exemplo foi o caso do Jean Charles de Menezes, brasileiro, que foi confundido com um terrorista durante ataques na Inglaterra...
Brasileiros, sofrem constantes formas de preconceito na Europa, por exemplo, você mulher, solteira na faixa de 20 anos, tente ir para Itália, Portugal ou Espanha.. ou tente alugar um apê em Portugal, será muito difícil você conseguir sabe por que? Porque brasileira e solteira... é prostituta, desculpe, mas nossa fama lá é péssima!

Tuesday, 23 June 2009

O que aprendi com os muçulmanos

Enquanto eu busco mais informacoes e vontade pra falar sobre a Sharia, vou falar desse tema que acho bacana tambem, ha um certo tempo (2 anos) e penso nisso..

Hoje eu postei bastante ne? Tem semana que eu nao posto tanto quanto hoje ahuahuahuaha

Entao vou dar meu testemunho com relacao ao que presensiei e senti convivendo com um Muçulmano mais de 3 anos e 4 meses em um pais que eh uma republica islamica. (ainda estou sem acento no teclado, sei la o que eu apertei..leigaleiga).
Eu perbeci que as mulheres sao mais devotas, isso eh o que vi ok? Nao estou generalizando, porque por elas (maioria) nao trabalham fora ou somente meio periodo, teem mais tempo para rezar, apesar que os homens vao mais a mesquista, especialmente as sextas, quando eh obrigatorio (como Domingo para nos Cristaos). Acho bonito o ato (posicao)de devocao ao se rezar, o compromotimento de muitos, o anuncio da oracao 5 vezes por dia (Azaan) tenho inclusive no meu celular. Acho bacana o objetivo de ir pelo menos uma vez na vida ate a Mecca para pedir perdao dos pecados..

Eles sempre pedem que seja feita a vontade de Deus- Inshallah! Obrigada a Deus Mashallah, entre outras. No Paquistao me senti voltando no tempo, na epoca Biblica, tipo junto com Abraao (que tambem eh considerado um grande profeta para eles), a sensacao foi retro, porem me senti perto de Deus, um povo humilde, senti que Deus me ouviu.

Por total ignorancia, realmente ignorava, eu me vestia de forma qualquer, nem tinha nocao da visao que as pessoas tinham das brasileiras, aprendi a me dar mais valor, apesar de que ao ver agora por outro angulo e nunca fui vulgar; me visto de maneira normal, porem nao me exponho, tentei me adaptar ao que ele me pediu, e nem mesmo por isso deixei de ser eu (leiam o post nao vou ceder, explico o que cedi nas roupas) ate porque pra mim foi natural, foi uma escolha minha para que agente "desse certo".

Gosto de ver que muitos param para fazer as oracoes, porem quem trabalha quase nao o faz, ou faz em outro horario, mas isso eh pessoal de cada um com Deus.
Achei muito bacana o respeito com livros sagrados, como eles respeitam, nao colocam em qualquer lugar, nao usar em baixo do braco, nem colocam em sacolas, nem usam pra se abanar (ja vi alguem fazer isso com uma parte da liturgia da Biblia), acho que eh o certo, eh um livro sagrado, inspirado e escrito por Deus tem que ser respeitado, e muitas vezes nao se eh passado, eu sei porque fui catequista.

Outra coisa que acho muito boa, eh se lavar antes de rezar, achei um ato muito respeitoso, por isso antes de tocar na Biblia hoje em dia pelo menos lavo minha mao.

Nem por isso me tornei muculmana, sempre fui catolica praticante e minha familia tambem, de grupos de jovens, catequese, encontrinho e encontro de casais. Por isso, no comeco tive muitos problemas com ele, agente brigou bastante, ate que entramos em um acordo, tentamos entender a religiao do outro ou pelo menos respeitar.


So ha uma coisa que eu acho que falta no islamismo, pelo menos eh o que eu percebi, a falta do perdao. DENTE POR DENTE, OLHO POR OLHO.

Eu sei que cada pessoa eh uma pessoa, porem uma parte da Sharia (lei) permite a vinganca, exemplo: seu filho foi morto, voce decide o que faz com o assassino.. e uma das suas opcoes eh mata-lo como seu filho foi morto. (muculmanos online, me contem sobre o perdao, porque nao presenciei, vi vingancas e muita magia negra la).

Mas Jesus disse: UM NOVO MANDAMENTO VOS DOU: QUE VOS AMAIS UNS AOS OUTROS; COMO EU VOS AMEI A VÓS, QUE TAMBÉM VÓS UNS AOS OUTROS VOS AMEIS.NISTO TODOS CONHECERÃO QUE SOIS MEUS DISCÍPULOS, SE VOS AMARDES UNS AOS OUTROS.Jo 13.34-35.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Ouvistes o que foi dito: ‘Olho por olho e dente por dente!’ Eu, porém, vos digo: Não enfrenteis quem é malvado! Pelo contrário, se alguém te dá um tapa na face direita, oferece-lhe também a esquerda! Se alguém quiser abrir um processo para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto! Se alguém te forçar a andar um quilômetro, caminha dois com ele! Dá a quem te pedir e não vires as costas a quem te pede emprestado”.


Acho otimo o fato de ser proibido alcool, quantas pessoas e familias sofrem por esse mau. Algumas das similaridades que nos ajudaram, vejam a foto acima, seria esse tipo de terco, nao sei o nome, mas tambem achei legal. Ele acreditam que Jesus seja a alma de Deus, apesar de que nos Cristaos acreditamos em um pouco mais que isso.
Tambem sobre Maria, que acho que muculmanos chegam mais proximos ao que eu acredito, que eh virgem, pura e mae de Jesus, coisa que ate muitos evangelicos nao acreditam; gosto muito do respeito que eles tem por Maria.
Em algumas coisas Muculmanos sao mais proximos dos judeus, em outras os Catolicos sao, mas ambas as religioes tem muitas coisas em comum.

Bom, espero que nao fique polemico e que respeitem o meu ver, mas claro que aceito a opniao e resposta de todos, afinal, ao passo que decidi escrever e me expor sabia de todos os "riscos".

obs: Achei esse livro quando buscava figuras pro post, alguem ja leu? Nao sei se fala mal ou bem, mas se alguem conhece me conte, segue a foto e descricao:


Os muçulmanos constituem uma ameaça ao mundo ocidental? O islã é uma religião de violência? Por que o islamismo é a crença que mais cresce em todo o planeta? Como sua bela e rica tradição cultural convive com a profusão dos homens-bomba, dos atentados em série e do terrorismo em larga escala? Para responder a essas e outras perguntas, Peter Demant, um dos maiores especialistas internacionais no assunto, escreveu O MUNDO MUÇULMANO, um livro provocativo e esclarecedor. Uma obra monumental do ponto de vista histórico, que rastreia as origens do mundo muçulmano, discute seus impasses contemporâneos e aponta as ações que precisam ser desencadeadas para se evitar uma ameaçadora "guerra entre civilizações". A tarefa é complexa - e da maior urgência. Este livro procura colaborar com ela.



Se tiver algo escrito errado, ai desculpa ja sao quase meia noite, estou com muito sono e amanha acordo as 5 =( fuiiii

Friday, 24 April 2009

Haver your say about Pakistan

See what BBC is asking and leave your comment there, please let's show the real side of Pakistan.

http://newsforums.bbc.co.uk/nol/thread.jspa?forumID=6377&edition=2&ttl=20090424205212

Does Pakistan pose a global threat?
US Secretary of State Hillary Clinton has said Pakistan poses a "mortal threat" to world security. Do you agree?Mrs Clinton said Pakistan has abdicated power to the Taleban by allowing them to control parts of the country, such as the Swat Valley in north-western Pakistan.Earlier this month Pakistan's President Asif Ali Zardari signed a law implementing Sharia Law in the Swat Valley region as part of a two-year deal to end the Taleban insurgency.

The area, situated 100km (62 miles) from Islamabad, was formerly one of Pakistan's most popular holiday destinations.

Are Pakistan's actions jeopardising world security? Should nations consider the international impact when resolving disputes within their national boundaries? What pressure can or should the rest of the world bring to bear on Pakistan?


For you people the whole world is a threat, 1st it was Afghanistan, then Iraq then Iran but after getting strong reply you stopped blaming Iran as a threat and at last its Pakistan. America and UK both have to change its policy other wise same gonna happen to both of you which happened with USSR.
Actual threat for the world is poverty, global worming, health problems, economic crises not PAKISTAN
Actual threat for the world is poverty, global worming, health problems, economic crises not PAKISTAN. Get a life BBC ( W. H Pakistan)

I think people should see the other side of Pakistan, isn't just what media shows, ins't just about terrorism. I love Pakistan, I've been there 2 times, and I felt the people very respectful and also is a safe place to live, I felt better there than here in Brazil. The only problem there is the governmant... ( Me)


Do you think it will be an oportunity for Pakistan be attacked? Or just another excuse?

Thursday, 26 February 2009

Sugestão de Livro

Como o blog também é cultura, gostaria de dividir com vocês dois livros muito interessantes:

Sobre o Islã- Ali Kamel
Não sou muçulmana, porém gosto de saber aonde estou me metendo hauhauhau, brincadeira, gostei desse livro pois não fala das diferenças entre as religiões, mas sim fala sobre as similaridades entre as três maiores fés: Cristianismo, Islamismo e Judaismo. Fale a pena ler! O legal é que o autor é brasileiro muçulmano casado com um judia.


SOBRE O ISLÃ - A AFINIDADE ENTRE MUÇULMANOS, JUDEUS E CRISTÃOS E AS ORIGENS DO TERRORISMO


Estudioso de longa data do tema, Kamel faz um interessante cruzamento dos ensinamentos das três principais religiões monoteístas do planeta - o Cristianismo, o Judaísmo e o Islamismo - para demonstrar que a percepção geral da fé muçulmana como fonte de violência e terror é, para dizer o mínimo, errônea. Brasileiro, filho de um sírio muçulmano e uma baiana católica (filha, ela própria, de um muçulmano e de uma católica), e casado com uma judia, ele está inusitadamente bem situado para fazer uma avaliação sem os preconceitos nem as paixões que comumente turvam a visão de muitos que se debruçam sobre temas religiosos. Didática e jornalisticamente, Kamel leva o leitor a conhecer os princípios do islamismo, situando-o num contexto histórico-cultural preciso, e fazendo uma leitura comparativa não de suas diferenças com relação às outras fés monoteístas, mas de suas semelhanças: "Esse caldeirão cultural do qual sou fruto me ajudou a ver onde as religiões se tocam e onde se afastam", diz. Escrito de forma a prender a atenção, até mesmo do leitor não particularmente interessado em temas políticos ou religiosos, Sobre o Islã é uma lição de como fazer uma boa análise de um assunto que ocupa parte significativa do noticiário atual. Kamel certamente conseguirá atingir os objetivos expressos logo no início da obra junto àqueles que dedicarem algumas horas à leitura de seu livro: "Estarei satisfeito se conseguir (...) ressaltar que as três religiões monoteístas têm mais pontos em comum do que antes o leitor imaginava", e "dar ao leitor ainda mais certeza de que nenhuma delas é base para o horror do terrorismo".

320 páginas, preço médio: 30,00 reais



TENHO ALGO A TE DIZER -KUREISHI, HANIF

Em 'Tenho algo a te dizer', o psicanalista londrino Jamal Khan, tenta lidar ao mesmo tempo com os fantasmas do seu passado - entre eles um assassinato não inteiramente acidental - e os contratempos do presente, que incluem um filho problemático no início da adolescência, uma irmã mais velha com tendências depressivas e inclinação por sexo grupal, sem contar o medo cotidiano gerado por uma onda de atentados que abala Londres. Nas páginas deste romance, imigrantes asiáticos, artistas frustrados e desajustados de toda ordem convivem com popstars, bandidos, ricaços, cinquentonas solitárias e adolescentes perdidos. Orgias em antros londrinos e festas em luxuosas mansões rurais são o contraponto a um cotidiano de frustrações e falta de horizontes.
Obs: O autor é Paquistânes, e sofreu bastante preconceito na Inglaterra. Ainda não li esse livro, mas fiquei com vontade quando vi em um resvista, bati o olho e vi Paquistânes hehehe me chamou a atenção.
504 páginas, Preço médio: 58,00 reais


Achei essa entrevista bem interessante: http://blogdofavre.ig.com.br/tag/tenho-algo-a-te-dizer/
Seu livro termina com a crescente paranoia sobre homens-bomba, indicando que os atentados de julho de 2005 em Londres não serão os últimos. Como você, que escreveu o primeiro livro explorando a jihad inglesa oito anos antes desses acontecimentos, O Álbum Negro, vê o recrudescimento do sentimento racista contra muçulmanos na Inglaterra?
De fato, costumo dizer que os muçulmanos europeus formam uma espécie de almas perdidas na tradução, tentando construir uma identidade para eles baseada numa religião puritana. Porém, não se deve defender por isso uma reação violenta contra o Islã. Pessoalmente, a monocultura é, para mim, uma anomalia. Sou pelo multiculturalismo, tenho fascínio por ele. É provável que nem todos dividam o mesmo credo, a julgar pela crescente paranoia que vem, não de julho de 2005, quando as bombas explodiram em Londres, mas do 11 de Setembro.

O estilo literário de Tenho Algo a Te Dizer tem a ver com a tradição satírica de Swift, no sentido de eleger a farsa para tratar de problemas sérios. Essa é uma maneira de dizer, parafraseando D.H. Lawrence, que a nossa é uma era essencialmente trágica, mas incapaz de entender a tragédia?
Não acho que caminhamos para o cinismo apenas por ver as coisas de modo diferente dos gregos. Vivemos, sim, uma tragédia cotidiana, mas nosso dilema não é o de entender a tragédia, mas enfrentá-la. A verdade é que, a despeito da situação crítica mundial, não deixamos de ser otimistas. É o que muda nossa postura diante dos gregos. Quando criança, adorava comédia. A farsa foi meu caminho literário natural para entender o mundo. E continua sendo.
O psicanalista Jamal, personagem central de seu livro, acredita que a paixão sexual é a razão de viver de todo ser humano, mas você não parece dividir com ele essa opinião, considerando que, numa recente entrevista, você admitiu não ter mais ilusões sobre o sexo, falando mesmo num certo “thatcherismo da alma”. Pessoas da sua geração costumam - ou costumavam - dizer que sexo e amor são a mesma coisa. Você pensa diferente?
Há uma grande diferença entre intercurso sexual e libido, que pode estar ligada a uma outra atividade, como escrever livros, espécie de sublimação, admito, mas uma forma mais elevada de sexo. Passei anos fazendo sexo inconsequente, o que já não me interessa mais. Acho que houve uma vulgarização do sexo. No tempo de O Buda do Subúrbio, lutávamos contra a repressão sexual e hoje, liberados, vemos que as pessoas foram desumanizadas por conta da instrumentalização da sexualidade, esse ?thatcherismo da alma? que transforma o amor em mercadoria.

Você ocupa a cena literária há 20 anos, sempre elegendo temas polêmicos e personagens ambíguos, como o paquistanês de Minha Adorável Lavanderia, que faz uma “ponta” em Tenho Algo a Te Dizer. Autodestruição e irresponsabilidade parecem ser os traços comuns desses personagens. Como você constrói a identidade deles? Adota alguém conhecido como modelo?
Quando comecei a escrever nos anos 1980 adotava, de fato, pessoas reais como modelos de meus contos, novelas e peças. A maioria era uma combinação de gente que conhecia, mas isso foi mudando à medida que fui me conhecendo melhor e me interessando por outros temas além de preconceito racial e diversidade sexual. Não estou bem certo se meus personagens são autodestrutivos. Acho que alguns deles são irresponsáveis, mas isso é circunstancial.

Tenho Algo a Te Dizer pode funcionar como uma história social da Grã-Bretanha nos últimos 40 anos, como disse um crítico. Sua intenção foi mesmo a de escrever um épico ou fazer um balanço de sua geração?
É mais um balanço geracional de alguém que já passou dos 50 anos e que, jovem, tinha vergonha de ser descendente de paquistaneses. Queria acompanhar a evolução de personagens com o mesmo problema, como o garoto paquistanês que abre a “adorável lavanderia” com o amigo inglês e passa de um rejeitado “paki” (pejorativo para paquistanês na Inglaterra) a empresário conservador e bem-sucedido. Essa é a razão de Ali reaparecer em Tenho Algo a te Dizer. Sempre vi meus personagens como pessoas reais, que se transformam com o passar dos anos.

É comum ler resenhistas que comparam sua escritura à de Philip Roth e Saul Below, a despeito das nítidas diferenças entre seus livros e os deles. Quais eram suas referências no começo de carreira e agora?
Eram mesmo Philip Roth, Saul Below, Norman Mailer, além dos gigantes do romance francês, como Balzac. Hoje não tenho mais ídolos. Gosto de conversar com autores jovens e meus alunos. Tenho pouco contato com colegas escritores.

Há sempre um personagem homossexual em seus livros. Por que um homem casado e com três filhos se interessa tanto pelos gays? Você acha que homossexualidade é opção ou predestinação?
Não cheguei a nenhuma conclusão, mas acho que opção não é, de maneira nenhuma. Como uma criança pode escolher? No entanto, a inclinação homossexual surge na infância e ela nada pode fazer contra ela. Escrevo indiferentemente sobre gays e heterossexuais porque, para mim, a manifestação do desejo sexual impede pessoas de serem neuróticas, histéricas ou perversas.

Seu contato com a cultura pop é muito forte, a ponto de Mick Jagger ser mencionado no livro como o homem que recomendou a escola secundária em que Rafi, o filho do psicanalista Jamal, estuda. O que o pop significa para você?
Cresci na Inglaterra nos anos 1960, ou seja, num cenário inteiramente dominado pela cultura pop. Assim, é impossível renegar minha formação. Ainda amo o pop. As melhores cabeças da minha geração são do rock.

Freud está de novo no centro das discussões e também ocupa os pensamentos do principal personagem do livro, o psicanalista Jamal. Você, que faz análise, como vê suas teorias?
Freud é incontornável, o maior pensador crítico da sexualidade que o mundo já teve, além de um profundo estudioso de questões como o monoteísmo. A psicanálise me salvou das drogas e das obsessões sexuais. Pena não a ter descoberto antes. Escrevi Tenho Algo a te Dizer tendo em mente sua contribuição nos estudos sobre repressão sexual e O Mal-Estar da Civilização como guia.

Parece que seu público-alvo hoje é bem diferente do leitor que perseguia na época de Minha Adorável Lavanderia. Que tipo de leitor tinha em mente ao escrever Tenho Algo a te Dizer?
Primeiro, nunca tive em mente um só tipo de leitor, mesmo quando escrevi o roteiro de Minha Adorável Lavanderia, que poderia, teoricamente, ser dirigido aos gays. Escrevo para entender a mim mesmo, para me entreter.

Mesmo falando de coisas como preconceito racial e fundamentalismo religioso?
Sou fascinado pelo estudo das religiões, mas não estou interessado em nenhuma delas em particular. Frequentei, sim, uma mesquita quando meu pai morreu, mas para entender sua formação cultural, não porque pretendia me converter ao islamismo.

Você acredita que a Inglaterra se tornou mais racista desde que era criança e sofria o preconceito de colegas brancos? Ouvi dizer que você foi preso e o policial londrino disse que tinha uma “aparência mediterrânea”. Como reagiu a essa provocação?
Há muitas formas de racismo na Europa. A desse policial é apenas uma entre muitas. É difícil erradicar o racismo. Sempre haverá alguém disposto a odiar o outro por causa de sua cor, religião ou preferência sexual. Isso é inevitável. O que não é lícito permitir é a repressão da criatividade e das liberdades fundamentais. Preparo uma adaptação teatral de O Álbum Negro, que deve estrear em julho, em Londres, justamente por acreditar nisso.

Wednesday, 19 November 2008

Quero ser brancaaaaa


Uma coisa que me choca aqui eh a vontade que eles tem de ser brancos...
Como se ser branco eh algo que reprensente beleza
Ele naum podem ver alguem branco que olham como se naum tivessem visto um ser humano nunca na vida... imagina como o ser "branco" se sente no papel de objeto de museo perambulando pelo Pak
Os elogios sempre veem assim: - Nossa vc viu fulano? O filho da Puppo ( mulher irma do pai) eh tao branco Mashallah ( gracas a Deus), parece Pathan! ( pessoas que veem geralmente do afganistao, moram em peshawar ou areas proximas, possuem tom de pele super claro e as vezes tb olhos claros, e cabelos dourados).
Quando eles veem alguem na rua que eh branco logo elogiam, nossa como eh bonito(a)... Mas as vezes eh um cao chupando manga ahuahauhahauhauhauhauaha

No comerciais de TV, farmacias, supermecados, etc eh possivel notar a grande quantidade de cremes para clarear a pele e manchas... enquanto no Brasil eu costumava comprar produtos e cremes para bronzear, tonalizar a pele ao sol aqui se faz de tudo para ser BRANCA..
Uma coisa eu num reclamo, no Brasil me diziam credo vai tomar um sol.., nossa sua perna eh transparente...., pra chegar no tom da parede falta mto hein lolz...Ja aqui dizem WOW como vc eh branca hauhauhauhuhaah e olham tanto que me encomoda ao ponto de eu ter me revoltado varias vezes. Quero sair, caminhar e naum ser notada, como sempre fui... acho q so se eu usar burca lolz
Padroes de beleza mudam muito, ja na Europa eu sou so mais uma, ninguem me encara, por outro lado um moreno ou Nigger chama muita atencao dependendo da regiao aonde for.

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