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Wednesday, 16 November 2011

para vc que vive uma historia semelhante

o filme Ae Fond Kiss
foi um filme que eu tinha postado a muito tempo aqui, deu saudade e quando fui ver ja tinha tirado do youtube
entao para matar a saudade, ou para quem não conhece ainda, eh um filme que conta a historia de um paquistanes que se apaixona por uma ocidental































nossa.. é igualzinho a realiadade

Wednesday, 4 August 2010

Recomendo-My name is Khan

Assisti um filme supimpa hoje, é o melhor filme indiano! My name is Khan! tdb!
fala mesmo a verdade sobre as religiões e pessoas, exatamente como eu penso, achei ótimo, mostrou os dois lados... chorei muito hehehehehhee

This movie has such an important theme and had a huge impact on me. In this part of the world, religious intolerance is evident, especially with the minority I can from. America needs to KNOW that not all Muslims/Arabs are terrorist. You claim religious tolerance and indifference when in fact you are blinded by your own grief and misjudgment. Please let this movie change that, and become an eye-opener not only to cultural and religious tolerance in the US but all around the world, including in Egypt. The main idea is reiterated in the movie over and over again - there are only good people and bad people - there is no other difference. Brilliant movie!


Existem pessoas boas e más.. e deveria ter também somente uma religião! A de Deus...




vale muito a pena assistir!!!!!!!!!!!!!!!!!

Monday, 25 January 2010

Ae fond Kiss- filme completo



A história que muitas estão vivendo...

filme maravilhoso! amo!





















Após uma juventude em Glasgow os três filhos da família Khan estão a tornar-se cada vez menos paquistaneses. Rukhsana (Avan), a mais velha, está feliz com o casamento organizado pelos seus pais; Sadia (Akhtar), a mais nova, tenta cuidadosamente romper os laços familiares para poder ir para a Universidade longe de casa. No meio está Casim (Yaqub), que quer que todos estejam felizes. O problema surge quando ele se apaixona por Roisin (Birthistle), uma professora de música, irlandesa e católica, incomodada pelas exigências da honra/tradição familiar de Casim (prometido casar com a sua prima), até ela ser também alvo das exigências da sua própria cultura.
Abrindo o filme com um discurso sobre como a diversidade da cultura muçulmana é ignorada pelo ocidente, Loach concentra-se no poder destrutivo de um amor proibido, uma espécie de ‘Romeu e Julieta’. O cliché da história é atenuado com uma mistura de realidade, mas o seu efeito é de menor impacto.
O mérito de Loach está em conseguir, de uma forma equilibrada e sensível, abordar não só a tirania da cultura muçulmana, as suas expectativas e estereótipos, mas também a pressão religiosa vivida no Reino Unido, patente na exigência feita pela escola de Roisin de um “certificado de aptidão” passado pelo padre da paróquia.
A combinação Ken Loach e dramas pessoais confrontados com questões sociais, é uma aposta segura, mas pouco mais do que isso. As personagens estão bem trabalhadas e os actores (um ilustre leque de quase desconhecidos) cumprem bem o seu trabalho, entre o cómico e o sensível, entre o revoltado e o perdido. Sadia, a mais jovem, numa mistura de optimismo, desafio e humildade, oferece a esperança de reconciliação entre as duas gerações.
Mas este tema do choque cultural não é novo e já foi tratado com mais originalidade e certamente humor em filmes como “East is East” (1999), de Damien O’Donnell.
Inspirado pelo poema ‘Ae Fond Kiss’ do escocês Robert Burns, o filme de Ken Loach acaba por nos dizer que o amor, seja ele de que tipo for, é egoísta, porque apenas se preocupa com ele mesmo. Mas ainda que pareça ser ele a mandar, as escolhas são nossas. Assim como as consequências.

Wednesday, 2 September 2009

Aula de Educação Sexual


Calma, eu não vou dar aula alguma sobre isso he he he (humor sarcástico)




Pensando com os meu botões, depois de ler uma reportagem sobre pedofilia, estrupo etc, no qual uma moça havia sido estrupada pelo tio, até os 11 anos ela não sabia o que estava acontecendo, pois pensava que era algum tipo de brincadeira sentar nua no colo do tio, também nú.


Após ter aulas de educação sexual na escola, ela soube que aquilo que ela fazia com ela era errado, era sexo.


As pessoas pensam que esse tipo de coisa não acontece no Paquistão ou em paises Muçulmanos, etc.. porém que primeiramente não existe aula de educação sexual, isso é uma coisa complicada, porque tudo o que eles aprendem é pela internet ou com os amigos...


Mitos, mitos e mais mitos sobre doenças, gravidez, impotência, etc chegam a serem muito hilários... e pra explicar??? As ocidentais dão aulinhas para os seus amores,....que apesar do fogo (mesmo virgens até os 30 anos e BV também) por trás de um mundo oprimido, aonde nem na tv há cena de sexo, beijos e raros abraços.. filmes com cenas de beijos já são constrangedores de se ver com a família e são raros em Bollywood e Lollywood (diga-se que bollywood anda mudando muito, cada vez mais ocidental, muita dança sensual, roupas curtas e muito jeans...).


Eu, sinceramente, prefiro ver uma coisa sem sex appeal, é mais clean, sem constrangimento... bom para todas as idades, crianças não crescem com malícia e com curiosidade antecipada.

Maasssssss, mesmo assim, aula de educação sexual é um master, porque ao meu ver, não acelera a curiosidade, como muitos pensam, que ao ensinar estariam insentivando o ato. Mas a falta de informação que esse jovens tem é complicado, muito ignorância, mesmo após adultos, poucos vão aos médicos, fazem exames preventivos de papanicolau ou de prostáta...

Sem aulas de educação sexual, e com pais oriundos de uma geração ainda mais conservadora, é impossível que os jovens descubram o que é certo ou errado por si mesmos, ou pesqusando na internet aonde milhares de coisas se misturam.
Por falar em misturar, grande parte não teria nenhum tipo de constrangimento ao ter essas aulas, porque até a faculdade, muitos cursos separam homens e mulheres, isso mesmo, escolas, salas, especiais para mulheres e outras para homens. Nenhum tipo de contato entre os sexos desde a infância, .... somente quando fosse fazer a pós graduação e olhe lá... O número de escolas aonde se separa por sexo é grande.

Sunday, 22 March 2009

Jovens Entediados na Arábia Saudita

(Fonte Globo.com) Click here to read in English: Saudis Race All Night, Fueled by Boredom


Alimentados pelo tédio, jovens da Arábia Saudita apelam para 'rachas' de carros
Corridas de rua talvez sejam o esporte favorito da juventude saudita.Disputas são grito coletivo de frustração no ultraconservador país



Esses jovens começam a se juntar por volta da meia-noite, numa ampla faixa de uma rodovia entre o deserto e o mar. À uma da manhã, há centenas deles, de pé, em grupos, ao lado de seus carros. Eles olham ao redor, inquietos e preocupados com a polícia.Então, com um ronco de motores, ela começa: um Corvette amarelo e um Mitsubishi vão lado a lado, correndo pela estrada numa velocidade assustadora, a alguns centímetros de distância um do outro. Pessoas gritam ao redor, e outro par de corredores vai em frente, depois mais outro.

Talvez esse seja o esporte mais popular da juventude saudita, uma competição obsessiva, semilegal, dominante das noites de fim de semana por aqui. Ela vai de corridas comuns a "rachas", uma prática extremamente perigosa na qual os motoristas viram de um lado para o outro em alta velocidade, às vezes matando a si próprios e aos espectadores.

Para a enorme e desempregada geração de jovens sauditas, essas batalhas noturnas inconsequentes são um tipo de grito coletivo de frustração, uma rara liberação da exuberância num país ultraconservador onde os gêneros são rigorosamente segregados e a maior parte do entretenimento em público é ilegal. É uma forma de, literalmente, espantar o tédio. "Por que eles fazem isso?", disse perguntou Suhail Janoudi, vendedor de 27 anos que, por volta da 1h30 da manhã, assistia às corridas ao lado da pista com um leve sorriso no rosto. "Porque eles não têm mais nada para fazer. Eles estão vazios." Alguns jovens, ao serem questionados sobre o motivo pelo qual arriscavam suas vidas daquela maneira, disseram que era por causa do "tufush", uma palavra coloquial árabe cujo significado, diz-se, se origina dos gestos feitos por um homem sendo afogado, e que é traduzido como "vazio, ociosidade" ou "desespero". Os rachas, que tendem a atrair os homens mais pobres e marginais, também tem sido um ponto de conexão entre a homossexualidade, o crime e o jihadismo desde seu início, há 30 anos. O desejo homoerótico é um tema constante em músicas e poemas sauditas sobre rachas, os motoristas de maior sucesso, dizem, escolhem os rapazes mais bonitos da plateia. Algumas vezes, as drogas também têm sua participação. Mas inúmeros motoristas de rachas também se tornam militantes islâmicos, incluindo Youssef al-Ayyeri, o fundador da al-Qaeda na Península Árabe, combatente no Afeganistão e morto por forças de segurança na Arábia Saudita em 2003. "A ideia por trás desses rachas é que a economia e a sociedade não precisam deles", disse Pascal Menoret, antropólogo realizador de uma pesquisa de campo que durou quatro anos em Riyadh, a capital. Ele ensina agora em Princeton e escreve um livro sobre a cultura jovem saudita. "Eles são, em sua maioria, são jovens beduínos que recentemente se mudaram para a cidade, cujas vidas são marcadas pelo sofrimento e comportamento de autodestruição." No entanto, a maioria dos motoristas são como jovens rapazes de qualquer outro lugar: são inquietos, adoram uma aventura e são loucos por carros. "Isso é inculcado em você quando criança, e fica com você", disse Sulayman al-Shulukhi, 29 anos, corredor assíduo dos fins de semana à noite por aqui. Ele adotou um visual anos 1950, à "Grease": cabelos penteados para trás com brilhantina, camisa polo com a gola para cima, jeans e sapatos brancos. O rapaz mostrou orgulhosamente as modificações feitas em seu Subaru Impreza: um sabotador de fibra de carbono, uma válvula de entrada, um sistema especial de ventilação, um turbopropulsor. Ele então entrou em seu carro para um passeio ao longo de uma das faixas de corrida próximas à King Road, não muito longe da costa do Mar Vermelho.


Chegamos a 120 quilômetros por hora nessa parte", ele disse, enquanto acelerava perigosamente rodovia abaixo, "e a 200 por hora nessa outra parte". Enquanto dirigia, Shulukhi contou a história de um acidente recente, ocorrido nessa estrada, no qual o carro de um amigo pegou fogo durante uma corrida. Ele também comentou outro no qual um motorista perdeu o controle nos giros e morreu depois que seu carro entrou em chamas. O mundo dele é cheio de desastres e heróis do asfalto, alguns deles homens locais. Ele frequentemente menciona os filmes de corrida "Velozes e Furiosos", e sua sequência, "Corrida Mortal". Depois, quando as estradas se esvaziam um pouco, é hora do cavalo-de-pau. Raif Mansour al-Dammas, um rapaz magrelo de 21 anos que aparenta ser bem mais jovem, entra em seu Nissan branco 1980 e instiga o motor até sair fumaça. Gritos de admiração vêm de um grupo de jovens. Então o carro acelera para frente, furiosamente, e breca numa derrapagem descontrolada, girando, quase colidindo com uma barreira de concreto e deixando grossas marcas no asfalto. Um cheiro sufocante de borracha queimada paira no ar. Ali perto, Shulukhi explicou que ele e seus amigos, todos com Subarus, não eram motoristas de rachas de verdade. A distinção tem mais a ver com status social do que com a atividade; ele e seus amigos são de classe média e não se enxergam como marginais. "É uma caminho diferente do que fazemos", ele disse. "É uma coisa doida, proibida." Shulukhi menciona o famoso caso de Faisal al-Otaibi, 27, motorista de rachas e cavalos-de-pau, condenado à morte depois que seu carro bateu em 2005. No acidente faleceram três adolescentes que passeavam com ele. A sentença foi reduzida este ano para 3 mil chicotadas, vinte anos de prisão e uma proibição total para dirigir, por toda a vida. Desde a prisão de Otaibi, conhecido pela imprensa saudita como Abu Kab (significando algo como "o rapaz de boné"), a polícia saudita tem tomado sérias medidas em relação aos rachas e aos cavalos-de-pau, tratando todas as mortes resultantes dessa prática como homicídios criminalmente negligenciados.
No entanto, até mesmo as corridas são perigosas. E, apesar de prevalecerem em todas as grandes cidades sauditas, a polícia tenta desencorajá-las. Logo após a 1h30, um grupo de carros policiais aparece, luzes piscando, fazendo com que os jovens se dispersem. Os policiais não prendem ninguém. Eles apenas descem de suas viaturas e começam a falar com os jovens de maneira paternal, mandando-os para casa. "Temos outro lugar para ir quando isso acontece", disse Shulukhi, confiante, entrando em seu Impreza e dirigindo por alguns blocos em direção a um estacionamento de shopping center. Ali, vários outros rapazes esperam ao lado de seus carros, alguns examinando os motores. Às 2h30, a polícia aparece novamente, o próximo passo numa brincadeira de gato e rato que dura quase a noite toda. Desta vez, Shulukhi e seus amigos vão para o norte, param para um café no drive-thru chamado French Roast. Após o lanche, eles seguem até alcançarem um trecho escuro de rodovia, fora da cidade, com uma obra de um lado e um deserto do outro. Os jovens aceleram seus Subarus por um trecho de meio quilômetro durante uma hora. Por volta das 5h, a estrada começa a se encher de caminhões de entrega conduzidos por imigrantes paquistaneses, dispostos a fazer o trabalho mal-remunerado que a maioria dos homens sauditas rejeita. Os motoristas dos rachas decidem terminar por aí e dirigem, relutantemente, para casa.
Lembrando que na Arábia Saudita mulher não pode dirigir.
O que você acha disto?

Tuesday, 17 March 2009

A Perdição!


Tô passada! Cada dia é mais uma coisa do tipo que eu ouço:

* diz: Meu bofe mora nos States, ele nao respeita nem ele mesmo, nao tem mais religiao, nao se importa com os valores, principios, nada...

Um Paquistânes que foi morar fora e se perdeu? comum? SIM e muito
Pois é, não somente os que se mudam para o exterior, mesmo os que nasceram no país se "perdem"
Se perder eu significo (ahuahaua) que fazem coisas que não são dos costumes do país, pais e religião. Muitos querem ser legais, tipo sou mente aberta, já que meus amigos bebem cerveja também o faço, se roubam, se usam drogas, super cool!



A exemplo eu já havia citado o filme Yasmim, uma mulher duas histórias, ela finge ser a cool, super faço tudo, não pratico minha religião, etc.

Cansei de ver casos assim, um era o Nadeem, que havia se mudado ainda jovem para Londres e logo se juntará a uma gangue, roubou bancos, e escondeu tudo em uma conta, mas no final todos foram pressos, sua sentença? Ou 5 anos na cadeia ou que voltasse ao seu país e não regressasse
mais a Inglaterra durante certo período, mesmo que tivesse a cidadania....

Outro, foi de Umair, que começou a beber, beber, beber, depois começou com drogas, e depois a vender as drogas... e pronto deu na mesma, foi pego e teve a mesma sentença.
Ambos voltaram para o Paquistão, como uma mão na frente outra atrás, grande parte da família, se não toda teve que retornar junto, se conformaram, se casaram com Paquistanesas e isso.



Mas por que eles se "perdem"?

Tenho por mim, que os pais não sabem instruí-los, até porque no Paquistão um pai nuncaaa fala pro filho não beba, não faça sexo, não use drogas, esse tipo de diálogo quase nunca existe.. simples pelo fato que essas "perdições" são raras lá, escondidas, pouco acessíveis para eles, porém não impossíveis!
Ai chegam em um país que tudo é aberto, pode-se beber, sexo é algo livre, pode-se beijar, sair, um oba obaaaa que tanta firanghi descoberta hauhauaaua atiça tudo aquilo que era reprimido! Na tv filmes, novelas, muito beijo, muita nudez, a pessoa se vê num paraíso heehehhe, já os pais nem tem na cabeça que os filhinhos pudessem pensar nisso depois se veem perdidos como nos casos acima.

Casos que eu já tive conhecimento passam de 10...

Fala sério se não dá uma medaaa de mandar ou se mudar com eles para o estrangeiro?

A carne é fraca? Falta o livre arbitro?

Não que eu não ache que um pouco de cultura, viagens faria mal, pelo contrário iria abrir a mente deles, existe um mundo além..


Monday, 9 February 2009

Filmes que recomendo/ Movie session

Eu não pude deixar de comentar! Assisti um filme bem legal hoje que elevou meu astral hehehehe segue ai para vocês:


Bride and prejudice (Wikipedia)
Lalita Bakshi is a daughter of a farmer in Amritsar. She has three sisters, Jaya, Maya, and Lahki. Lalita is introduced to William Darcy, an American businessman, but initially deems him to be self-absorbed and resists his advances. Meanwhile, Darcy's friend Balraj and Jaya fall in love, much to the delight of Jaya's mother (who wants her daughters to marry rich men). Meanwhile, a distant relative of the family named Kholi decides that he wishes to marry a beautiful Indian girl (though Kholi is Indian as well, he has lost most of his roots in America). As he is very rich, Lalita's mother offers Lalitia to him. Kholi is unromantic, vain, and disgusting however, and Lalita quickly rejects his offer. Kholi leaves the house and settles for marrying Lalita's best friend, Chandra Lamba.

Lahki falls in love with Johnny Wickham, whose mother was Darcy's childhood nanny. Darcy tries to warn Lalita about Johnny, without revealing he impregnated Georgie, Darcy's younger sister, when she was sixteen-years-old, but she assumes Darcy is simply jealous of his romantic rival.

Lalita, her mother, and sisters go to Los Angeles to attend the wedding of Chandra to Kholi. Lalita and Darcy begin to spend time together, and she overcomes her misgivings and falls in love with him.

Darcy proposes to her, but Lalita declines because Darcy discouraged his friend Balraj from having a relationship with her sister, and she leaves for India, stopping over in London. Lakhi runs off with Johnny, and everyone is worried. Darcy flies back to London and, with Lalita's help, rescues the younger sister. They fly back to India where Lalita and Darcy and Jaya and Balraj get married in a double wedding.





O outro filme eu assisti a um certo tempo atrás, quando ainda caçava informações sobre a cultura. Aluguei na Blockbuster =)

Yasmin Uma Mulher, Duas Vidas (Yasmin) - 2004
Produção que trata da condição de imigrante e ainda mistura a questão religiosa, no caso os muçulmanos, na Inglaterra atual. Uma mulher se envolve em uma briga para que seu marido seja libertado da cadeia. Ambos são muçulmanos e ela faz uma campanha para que seu marido imigrante possa sair de um centro de prisioneiros. O filme tem uma trama forte e dramática, mas trata tudo de uma forma realista e ainda conta uma história bonita. Há uma cena curiosa em que uns garotos mal-tratam a mulher muçulmana e uma senhora se aproxima e se desculpa pelo comportamento deles. Essa cena não estava no roteiro e a equipe foi surpreendida pela reação da senhora anônima, tanto que acabou deixando a cena no filme.
Recomendo principalmente para quem tem vergonha de ser muçulmano, especialmente quando se trata de quem mora em uma paíse não-muçulmano.


(estou com problemas com os códigos para postagem =( )

Saturday, 7 February 2009

Meios para pessoas especiais

Oooii...Meu nome é Márcia eu sou de capão da canoa,RS...Começei a vizitar seu blog depois q conheçi meu namorado que tbm é pakistanes, estamos juntos a 4 mzs. Eu sou cadeirante então venho sempre saber das dificuldades q posso encontrar (imagine uma cadeirante no pakistão...ahaha), muita coisa ele me explica e tal mas nada como saber as coisas por uma brasileira néh...ehehe.Tentei add vc no orkut mas não consegui...ehehee. Estou na comunidade eu amo um pak, temos muitas amigas em comum se puder me add lá seria bem legal.Tudo de bom Carol, adoro suas histórias.Bjs.


Oi Márcia vou aproveitar seu comentário no blog para dizer umas palavrinhas
Em Islamabad eu me propus a reparar nisso, porque na primeira vez que eu fui nem tinha me tocado.
Então percebi que há meios para pessoas especiais, pelo menos na capital, nas calçadas existem rebaixamento para cadeirantes, e as pessoas respeitam bastante. Mas é claro que já é complicado você estar em um país diferente, ainda mais quando necessitamos de algo a mais.
Já as lojas não vi acesso especial. São poucos os lugares que oferecem.
Muitas senhoras são caderantes, e o acontecem é que geralmente as mulheres permanecem no carro enquanto os homens compram as coisas ou até mesmo comida.

O que eu nunca vi foi algum outro tipo de deficiente, como sindrome de down ou outros. Eu achei estranho e até cheguei a perguntar para ele se eles matavam essas crianças. Ele disse que não que isso era um crime, mas que geralmente as pessoas com necessidades especiais ficavam em casa :S
Não existem escolas especiais ou algo do tipo.

Inclusive tem esse filme maravilhoso (sem drama asiático) chamado BLACK
foi gravado na Inglaterra e é super emocionante, recomendo sem restrições.

(fonte wikipedia)Black revolves around a blind, deaf and mute girl, and her relationship with her teacher who himself later suffers from Alzheimer's disease. The first half of the film is an adaptation of Helen Keller's autobiography The Story of My Life.
The film was screened at the
Casablanca Film Festival and the International Film Festival of India. It won the National Film Award for Best Feature Film in Hindi and eleven Filmfare Awards. Time Magazine (Europe) selected the film as one of the 10 Best Movies of the Year 2005 from across the globe. The movie was positioned at number five.Indiatimes Movies ranks the movie amongst the Top 25 Must See Bollywood Films.

Não consegui colocar o link, vejam aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=-6VgqE9M5L0

Saturday, 10 January 2009

Filmes que recomendo

O fim de semana chegou, e como quase todos os sabados estou colocando alguns filmes que tenho visto. Se voce era como eu, que num saia muito, vivia com a bunda no computador devio ao relacionamento a distancia vale a pena se distrair um pouquinho para o tempo passar mais rapido.

Tum Bin

Shekhar is a qualified businees professional in India. One day, he meets Amar, chairman of Shah Industries of Canada. Amar is impressed with Shekhar's professionalism and qualifications and that is why he offers him to work with him in Canada. But accidently, on the same evening, Amar gets killed by Shekhar's car. In order to keep off his guilt, he goes to Canada and helps the troubled Shah Indurtries to rise and during the way falls in love with Pia, Amar's fiance. Then there is Abhay, another businessman, who also falls in love with Pia. Ultimately, Pia comes to know that Amar got killed due to Shekhar, but forgives him. Written by Mohsin Ali Khan

After Amar Shah's accidental death in India, Canada-based Shah Industries is on the verge of collapse; Pia, Amar's sweetheart, is devastated; Girdhari, Amar's dad, has become numb due to shock; while Amar's sister and grandmother are in mourning and attempt to live day by day. Months after Amar's death, a young man, Shekhar Malhotra, enters the lives of the Shah family, introduces himself, and offers to re-built and restore Shah Industries without any compensation. He is given the chance, and goes about the uphill task of making Shah Industries viable again. Shekhar also finds a way to fill the void made by Amar's absence in everyone's mind, including falling in love with Pia. Abhi Gyan's is a wealthy Canadian industrialist, who would like to take-over Shah Industries, in order to marry Pia. Shekhar opposes this move, while Pia endorses it, leading to all round bitterness. Then Abhi and Pia chance upon evidence that Shekhar had an ulterior motive in befriending Pia and the Shah family. Shekhar must now defend himself, or stand to forever lose Pia and the faith that the Shahs had in him.
http://www.imdb.com/title/tt0290326/plotsummary




Dostana
http://en.wikipedia.org/wiki/Dostana_(2008_film)
Friendship) is a Bollywood film released in 2008. It stars Abhishek Bachchan, John Abraham and Priyanka Chopra in the lead roles. The film was directed by Karan Johar's assistant, Tarun Mansukhani. Dharma Productions produced the film. [1]

The film explores the story of two men who pretend to be homosexual, so that they would be able to rent out an apartment. Both the men fall in love with the same girl, but are unable to express their feelings because she is under the impression that they are homosexual. [2]

Dostana is the first Bollywood film to be filmed entirely in Miami, United States. Filming began in Miami in March 2008, and the film was released on November 14, 2008.





Friday, 2 January 2009

Filmes que recomendo

Para quem gosta da cultura e quer aproveitar o finde pra assistir uns filminhos eis aqui minhas dicas:

Esse eh novo, ainda esta nos cinemas daqui, mas creio que consigam fazer o download. Assistimos ele ontem, vale a pena, muito bom, historia diferente.

Ghajini http://www.ghajinimovie.com/main.htm


How do you count eight packs? The question plagues you when you first come at Aamir Khan in his new movie. His rippling musculature has been all the focus, through the past month, in print, in TV, in hoardings. That, and the buzz cut, with deep scars running through, showing the scalp. This is an Aamir we haven't seen before—fronting a frame filling physique, flaunting matter over mind.

If you had 15 minutes of memory, what would you cram into that terrifyingly short span? The name of your loved one, your phone number, your home? If you were a regular joe, that's exactly what you'd do, but if you are Aamir Khan in ‘Ghajini', you would bulk up your body, tattoo the name of the man you need to kill, and smear your walls with violent graffiti.

Short term memory loss means you forget, everything, within a short span of time. And the moment you get back into the zone, re-building the pieces of your life, the clock starts ticking again, for the next meltdown. It's a fascinating premise for a movie, and a few years ago, ‘Memento', made by Christopher Nolan, gave us a unique hero who suffers from short haul amnesia, while he searches for his beloved's killer.

In 2005, the Tamil ‘Ghajini', inspired by ‘Memento', catapulted the till-then-on-the-fringes lead pair of Surya and Asin into the frontlines, and turned out to be a monster hit.

Aamir Khan's first film this year, is a faithful remake of the Tamil film (with a lot of the original crew , including the director) barring a couple of twists in the climax. It has Aamir doing an out-and-out actioner after a long time (‘Sarfarosh' in 1999 was the last time he went around brandishing guns and decimating baddies). It also has him bare-chested for a lot of the running time, because he needs to display his impressively muscled frame. So is it all good?

Not really, no. The thing with doing a film like this is that you have to completely get with the flow of the film, and here Aamir is split down the middle. When he's Sanjay Singhania, the billionaire boy friend of wannabe celeb Kalpana (Asin), pretending to be a broke model himself, to insinuate himself into her good books, he's just fine.

The sequence in which he first sees her help a bunch of disabled kids and loses his iron-clad heart to her, is a winner. So are a few others: how many impossibly wealthy men carry ‘chutta' to give the ‘pani puri wala'? He flips him his platinum card, and we crack a smile, as we are meant to.

And then the transformation from smooth urbane tycoon, to the damaged violent guy happens, and the film starts to stutter. Not because Aamir doesn't try hard. He goes at this one with just as much effort as he does in his others, but he doesn't fill out this part with as much conviction. It's all his fault--- he shouldn't have done films like ‘Rang De Basanti' and ‘Taare Zameen Par', in which he coasted on his cerebral appeal. He just doesn't look the part of a man who can pulp other humans with his bare hands, despite the wild grimaces and the angry howls.

The maximum fun is had by Asin, nicely curved and rounded, very far from unreal size zeroes, making her Hindi cinema debut. She plays pretty much the same role as she did in the original-- loud, warm, emotional, and is the best part of the movie, but even she can't liven up the pallid songs-and-dances. Third lead Jiah Khan, the medical student who studies the amnesiac and ends up first hindering then helping him, is a total loss-- she has to speak Hindi and do an item number, and both are beyond her. The villain (Pradeep Rawat) looks like he's a bit part stretched into something he can't quite handle: is he the only one they could find?

Too long, at three hours and some.






http://www.shootonsightthemovie.com/
Shoot On Sight
Is it a crime to be a muslim?
Tariq Ali (Shah), a Muslim police officer of Scotland Yard, is asked to hunt-down suspected suicide-bombers against the backdrop of July 7 bombings in London. Ali's task becomes more complicated as an innocent Muslim is killed by armed police on the Underground. Ali, a Lahore-born British citizen married to an English woman with two children, is himself distrusted by his colleagues, despite his long service in the Metropolitan Police. The cast include Brian Cox ,Sadie Frost, Naseeruddin Shah, Om Puri and Cloudia Swann.
Li numa revista que o filme fo inspirado na morte do Brasileiro Jean Charles.. mas num tem muito a ver num, somente os fatos.

Tuesday, 23 December 2008

Filme que recomendo

By Mishy

Entre Dois Mundos

O filme “Entre Dois Mundos”, dirigido por Vic Sarin, mostra o quanto o preconceito e o ódio inspirados pela religião podem ser destrutivos. Com o fim da dominação inglesa sobre a Índia, em 1947, o país passou a enfrentar os efeitos do esfacelamento e da intolerância entre muçulmanos, sikhs e hindus. De início, a divisão em duas nações distintas - Índia e Paquistão - foi bem acolhida por alguns muçulmanos como uma solução para os conflitos inter-religiosos. Mas essa iniciativa acabou gerando uma migração em massa, obrigando os hindus a abandonarem suas terras e viajarem para o sul, enquanto os muçulmanos se deslocaram para o norte. Milhares de pessoas, ao cruzar a fronteira, foram assassinadas, especialmente as mulheres.

Num desses ataques contra um grupo de refugiados muçulmanos, Nassem (Kristin Kreuk, de Smallville) é salva por um ex-soldado sikh chamado Gian. O jovem, cansado dos horrores da guerra, se refugia numa vida simples de agricultor e se vê obrigado a enfrentar os próprios conterrâneos para defender a moça por quem acaba se apaixonando.

É um drama bem construído que mostra que o amor verdadeiro pode sobrepujar diferenças raciais e religiosas. O caráter bondoso de Gian e sua decisão de acolher a muçulmana Nassem até lembram a história bíblica de Rute e do nobre Boaz.

Quando Nassem descobre que sua família está viva no Paquistão, o que parecia a possibilidade de um feliz reencontro acaba se tornando no pior pesadelo de sua vida.

Infelizmente, a tragédia retratada no filme parece longe de ter fim, já que, desde sua independência da Grã-Betanha, a Índia e o Paquistão já travaram três guerras pelo controle da Caxemira, que foi dividida entre os dois países.

O filme é bom, mas deixe algumas caixas de lenços à mão...



voce tem alguma dica de filme ou livro relacionados ao Pak? me envie como sugestao
Abracoes

Monday, 22 December 2008

Filmes que recomendo


A Mighty Heart (o preco da coragem)
The film is based on Mariane Pearl's account of the terrifying and unforgettable story of her husband, Wall Street Journal reporter Danny Pearl's life and death
The story of Daniel Pearl is a tragic one. I remember following it all on the news until the fateful day of his horrific beheading. Just imagining what his family and friends could have been thinking during the whole ordeal is tough to fathom, but when his wife is there with him in Pakistan, pregnant with his first child, your heart must go out to them. Pearl's widow, Mariane, used her journalistic skills to write a novel on what transpired from his kidnapping to eventual murder. Her words are, I'm sure, haunting and filled with an unbearable amount of love, both lost and strengthened. To have the courage to allow that story be told to the world is amazing. Director Michael Winterbottom is definitely the man to be trusted with such material and he does not let us down here with A Mighty Heart.
Being a story of nonfiction that so many people know, it takes a bit of craft and ingenuity to make it fresh and interesting to the audience. Winterbottom, as a result, shoots the film hand-held and up-close with numerous cut-ins of actual news footage for added realism. The editing of documentary stock with the actors portraying our leads, both in the present and in flashbacks to the past, is expertly handled. There are no missteps visually at all as Winterbottom knows how to evoke emotion with economy. When the men on the search for Pearl finally confront the atrocity, it is in their reactions to the video that makes us understand the brutality. We don't need to be shown the carnage because the faces of these men say it all.
Give credit to Angelina Jolie for coming into this project with dedication and professionalism. Her real life persona is nonexistent as she is fully taken over by Mariane Pearl. Her accent is impeccable, especially watching scenes where emotions take over and yet the accent still never falters. She embodied the strength that allowed Pearl to deal with the days and weeks desperately seeking answers. It all culminates in a heart-wrenching moment of grief and release of all the feelings she refused to let take over until absolutely necessary. I was completely impressed by her performance.
The other actors are fantastic as well. Dan Futterman plays Danny Pearl with integrity and love; he was a fearless man who believed in his job and the search for truth. Irfan Khan follows up his brilliant turn in The Namesake with another solid role as the police captain, and Denis O'Hare, Will Patton, and Archie Panjabi are wonderful as others trying their hardest to get through it all. This is not a vanity project for Jolie as there is a good portion in the middle of the film where she disappears. The movie's supporting cast does an admirable job in never letting it falter without the one character in the middle of it all.

Much like United 93, A Mighty Heart is a story that is tough to experience, but also one needing to be seen. There are few things that I can say went wrong with the film, and although I may never have the necessity to view it again, I'm glad I took the time to sit down with this tale of hope, compassion, and life in the midst of devastating tragedy.

Friday, 5 December 2008

Filme que recomendo


Eu tambem recomendo o filme Em nome de Deus- In the name of God
Esse filme eh muito bom, assisti pela indicacao da Maria, e amei! Mas confesso que chorei um bocado..
Esse filme eh paquistanes, foi gravado no Paquistao e tambem no Estados Unidos. Relata sobre um jovem que vai estudar nos Estates antes do atentado de 11 de setembro e tudo o que ele sofre depois, ao menos tempo mostra como o irmao dele se torna extremista e tambem conta a estoria de uma jovem que o pai forca o casamento no Pak.

Khuda Kay Liye

Three different people from different continents have problems that relate to on going issues and Islam.

Two brothers who are both singers, Mansoor (Shaan) & Sarmad (Fawad), become the best singers in Lahore. Sarmad becomes influenced by an Islamic activist. He begins to practice the extremist interpretation of Islam, grows a beard and goes against music, also putting pressure on his free-spirited family to comply. Those parties interpret certain verses of the Quran and Hadith (Islamic religious texts) to call for a ban on music and pictures; an opinion held by Muslim scholars worldwide.


In England, a girl Mary/Mariam( played by actor-model Iman Ali) is a free girl in love with a white person named Dave. Her hypocritical father disapproves, despite the fact that he is living with a British woman to whom he is not married. He tells Mary that they are going to Pakistan for a trip and that when they return she can marry Dave. This, however is a trap- While touring Afghanistan, he has her forcibly married to Sarmad, who is her cousin. Mary is then abandoned in Afghanistan.

Meanwhile, Mansoor goes to music school in Chicago. There, he meets a girl named Janie and instantly falls in love with her. She quits alcohol for his sake, and they eventually get married. After 9/11, FBI officers capture him when someone overhears a man accusing Mansoor of being a terrorist in a drunken stupor and this results in a year of torture for him because of his Islamic background.

Meanwhile, Mary manages to run away, but is caught by Sarmad in the process. She is kept under strict supervision and due to this incident, Sarmad eventually consummates their marriage by force. She doesn't lose hope, managing to sneak a letter to Dave under the guise of writing to her father. Mansoor and Sarmad's parents finally come to her rescue under the protection of the British Government, but Mary, driven by vengeance, then takes her father and cousin to court in Pakistan. There, a wise Maulana (Naseeruddin Shah) explains to the court how Islam is being butchered in the name of war and hatred, bringing the religion forward in a believable and peaceful manner.

Traumatized by all the suffering he has seen and caused, Sarmad withdraws from the case. He also realizes the damage that he was made to do in the name of religion. Mary is now free, but decides to return to the village where she was kept prisoner, so she can educate the girls there. Meanwhile, Mansoor is still in U.S. custody after a year of torment; the last torture session having inflicted permanent brain damage. After a failed rehab attempt, he is deported and reunited with his family in Pakistan where, thanks to the hope of his family, he begins to slowly recover.

Filme que recomendo



Recomendo o Ae fond Kiss
Apesar de num ser um filme paquistanes, tem um pak como ator principal e fala da cultura e casamento com estrangeira.

Fond Kiss... (International: English title) (alternative spelling)
Bacio appassionato, Un (Italy)
Beso, Un (Spain)
Just a Kiss (Europe: English title)
Sólo un beso (Spain)

Aqui, focaliza os preconceitos raciais, dos dois lados, que atormentam a história de amor de uma jovem escocesa e um filho de imigrantes muçulmanos do Paquistão. Um filme simples e tocante.

Casim Khan (Atta Yakub) nasceu e cresceu na Escócia, filho de família muçulmana originária de Punjabi, na Índia. Quando conhece a jovem Roisin Hanlon (Eva Birthistle), uma loura escocesa puro-sangue, professora de música, é paixão à primeira vista, recíproca. Mas os dois jovens enfrentarão a partir daí a oposição cerrada de todos que os cercam. Os pais do jovem imigrante já haviam acertado o casamento de Casim com sua prima Jasmine (Sunna Mirza), e não admitem a possibilidade de ele não cumprir a palavra empenhada por eles - quanto mais para ficar com uma escocesa. Roisin, por seu lado, enfrenta duro preconceito na escola católica onde quer ensinar.

O que o filme de Loach realça, deixa claro, é o absurdo anacromismo de uma coisa destas - admissível na Verona do século XVI de Romeu e Julieta - estar existindo ainda hoje, num país altamente civilizado, democrático, aberto. Não conseguimos avançar nada, desde os tempos da briga entre os Capuleto e os Montecchio.

O filme foi exibido e premiado no Festival de Berlim; teve, em festivais mundo afora, sete prêmios e outras 11 indicações.

Pedacinho do filme proces:


por falar nisso

Falando de TV a minha esta meio estranha, o problema em si num eh a tv, mas sim o cabo ou antena, so sei que so funcionam dois canais: PTV (Pakistan TV) e Cinena1 (indiano)..
estou num tedio mortal...
ai pra num me sentir sozinha enquanto o bofe trabalha deixei no canal cinema, passa umas coisas meio esquisitas ( Jules sei que vc esta com inveja hehehe), uns filmes indianos ou paquistanes que num sei qual eh qual. Agora mesmo estava passando um filme indiano, eu sei pq tinha aquele ator que canta, danca e eh modelo.. assim como todos os atores lolz, aquele que as meninas morrem de amores.. sei la o nome dele, eis que no filme ele eh um gala e mocinho que salva a mocinha, que era bem feinha, e se torna bonita e vira artista, mas ai tem uma bruxa que joga um feitico, tb joga no malvado da historia... eu num sei contar pq num entendo hauhauhahahua mas foi isso ae que eu entendi.....
mas o mais engracado eh que a final do filme me aparece: windows media player... igualzinho no computador.. e eu fiquei a pensar com meus botoes que tipo de transmissao esse povo tem: fazem o download e colocam na tv? ayahahahauhauhauaa o situacao precaria num
mas se vc gosta de um draminha basico, pq a Usurpadora era fraco pra vc, vc deve ver os filmes indianos e paquistanes, sao cheios de drama, morte, magia, desmaios, incendios . etc
depois eu coloco dicas de BONS filmes que eu recomendo!
bjs

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