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Monday, 28 December 2009

Aonde eu viajo no Paquistão

Paquistão é o país que veio uma maneira longa, sobrevivendo aos terramotos devastadores que desintegraram quase suas estruturas econômicas e físicas. Se você viaja a Paquistão, você descobrirá um país amigável e bonito orgulhoso de sua herança. Paquistão é situado na parte ocidental do subcontinente indiano com Afeganistão e Irã no oeste, India no leste, e o Arabian Sea no sul. O Urdu e o ingles são as línguas oficiais em Paquistão e há outras línguas como o Punjabi, o Pushto, o sindhi e o Baluchi. Com muitos lugares e possibilidades ilimitadas para a caminhada, trekking e os esportes, um desengate a Paquistão pode ser seu fabricante final do feriado. Onde pode se visitar uma vez suas terras planas neste lado do globo?

Paquistão tem diversos picos e povos da montanha alta de pelo mundo inteiro vindos escalar o Karakorums, os Himalayas, a montanha em segundo a mais elevada do pico- da reunião de Hindu Kush e da montanha K2 no mundo. Todo o estes são encontrados nas áreas do norte. Taxila é um do local archeological o mais famoso no mundo. Há 18 posições nesta área que são locais do património mundial.

Um outro lugar excitante a viajar é Lahore; ele ’ s uma cidade velha que olhe como um drama medieval, com cavalos, asnos e os carros boi-desenhados. Os edifícios incríveis de Mughal o – um da mesquita do forte e do Badshahi de Lahore dos mundos os maiores, são uma obrigação a ver. Você pode comer o comensal no terraço do antro convertido do ’ s de Haveli Cocco.

A estrada de Karakorum é referida como a estrada a mais elevada no mundo e enrola através da escala de montanha de Karakorum que conecta a China através da passagem de Khunjerab. Tècnica, ele ’ s a única maneira às atracções turísticas das áreas do norte.

Karimabad é ficado situado no vale luxúria de Hunza e é uns oásis do turista. As ruas crammed com as lojas que vendem artesanatos locais tais como xailes e tapetes junto com frutas, antiguidades e pedras de gema secadas locais. Um outro lugar hilariante é o mausoléu do ’ s de Jahangir dos jardins e do imperador de Shalimar. Não visita este lugar é como a visita de Roma sem considerar o Colosseum. O lugar de Mohotta é um museu autêntico que carreg coleções provisórias. A estrutura é construída no estilo Hindu-Britânico e feita da pedra cor-de-rosa que lhe dá um estilo distintivo.

O mausoléu de Jinnah é um marco famoso em Karachi. É um símbolo icónico de Karachi e é situado no coração da cidade. É compo do mármore branco com os arcos de Moorish curvados. O sactum interno fresco reflete o verde de um candelabro de cristal quatro-estratificado dado pelos povos de China. O túmulo de incandescência pode ser visto das milhas na noite. A parada de Jehangir Kothari é um lugar dedicado ao público e é um exemplo bonito da arquitetura colonial.

Moenjodero foi considerado uma das cidades as mais espectaculares dos tempos antigos. É ficado situado 350 quilômetros fora de Karachi. Ande ao longo das sobras desta cidade velha e testemunhe a maneira de vida onde o paquistanês viveu há muito tempo. O lago Ansoo é um lago teardrop-dado forma famoso em Paquistão encontrado em Kaghan Valley na escala Himalayan. Karachi é igualmente uma área urbana ocupada que hospede um número museus, lojas, consoles, clubes, beachfronts, edifícios coloniais, parques de diversões e de mais.

Apesar do estado subdesenvolvido da indústria de turista paquistanesa, o país tem alguns das paisagens e dos lugares impressionantes no mundo. Você soube que os tempos da refeição são uma celebração e um presente em Paquistão? Onde quer que você vai a, de um acampamento da barraca de refugiados do terremoto às multi milhão casas da libra do mercado ascendente Islamabad, você será convidado a um comensal simples mas entusiasta do caril dhal e da galinha ou da cabra com chapattis .
Fonte (tradução muito tosquinha)

Monday, 22 June 2009

A verdade sobre o Paquistao

Achei esse documentario muito interessante, espero que todos possam ver os videos =)






A Truth about Pakistan.

Pakistan is a sovereign country of more than 164 million peace loving people. It is 7'th declared nuclear state in the world and has 7'th largest army equipped with latest missile defence system.

Moreover Pakistan is a rapidly developing country and a major emerging market, with an economic growth rate of 7 percent per annum for four consecutive years up to 2007.

However, the year 2008 was not good for Pakistan and it faced certain problems created by those who have no concern with the prosperity of Pakistan, but soon the brave people of Pakistan will cope up those bad guys and by the Grace of Allah almighty, Pakistan will be once again on the road of prosperity .

Best wishes for the whole world
Pakistan Zindabad

Enquanto isso eu continuo dismistificando esse lado A do Pak, mas em breve (dependendo da minha inspiracao) sobre o lado B.

Amo esse videozinhooo

Wednesday, 6 May 2009

Diários do Paquistão: Um domingo de Deus e Alá

Atendendo a pedidos da Leitora Mary:

Diários do Paquistão: Um domingo de Deus e Alá
Tanto na casa de Deus quanto no santuário de Alá, as pessoas foram extremamente simpáticas e acolhedoras. Pode ser que isso seja pelo fato de verem em nós duas pessoas que dividiam com elas o seu credo, independentemente de cor e raça
Por Leonardo Sakamoto Islamabad

- Apesar de predominantemente muçulmano, há outras religiões no Paquistão, funcionando legalmente. Hoje, pela manhã, fomos à igreja de Saint Thomas, para assistir à missa em urdu, língua oficial do país, ao lado do inglês. O cristianismo, religião dos colonizadores ingleses, mas que já havia chegado no primeiro século da era cristã, está presente com católicos e protestantes. O nome da igreja é carregado de história. A cerca de 30 quilômetros e uma hora de carro de Islamabad ficam os sítios arqueológicos de Taxila, subdistrito de Rawalpindi, a oeste da capital, considerados pela Unesco como um Patrimônio Cultural da Humanidade. Nessa região, fixaram-se persas, gregos, hindus entre os séculos V a.C e II da era cristã, que a transformaram em capital de várias dinastias e centro de estudo budista e védico. Umas razões é proximidade com fluxos de comércio, como a Rota da Seda. Dario, o Grande, e Alexandre, o Grande, conquistaram a região de Taxila durante seus reinados. A história é longa, mas vai desembocar no arqueólogo inglês John Marshall que comandou um processo de escavações, no século passado, trazendo à tona as construções soterradas pelo tempo. Estivemos lá anteontem. Segue uma foto para dar uma idéia de um dos sítios.
Voltando à igreja. Saint Thomas, ou São Tomé, em suas perigrinações para levar a fé cristã à Ásia, se fixou na região de Taxila por volta do ano 40. Até hoje, há um festival anual em sua homenagem no mês de julho. A igreja de Saint Thomas, em Islamabad, não possui separação para homens e mulheres. A maioria deles senta à esquerda e delas à direta, mas há homens e mulheres em ambos os lados. A missa é longa (quase duas horas), mas bem animada, com músicas religiosas tocadas por instrumentos ao vivo, lembrando um pouco as missas e cultos mais modernos no Brasil. O frei Xavie Plassat, meu companheiro de viagem, fez um vídeo do momento da comunhão:
Como ontem eu havia reclamado da frieza de Islamabad, hoje eu venho dizer da simpatia demonstrada pela população mais humilde. Fomos bem recebidos na igreja, apesar de não falarmos uma palavra de urdu. É importante informar um outro dado: os cristãos estão entre os grupos mais pobres do país hoje, muitos deles vítimas de trabalho forçado. Uma boa acolhida após uma entrada um pouco tensa, uma vez que vigias com detectores de metal fazem uma revista completa. Uma das razões é o medo de atentados - houve casos de granadas que foram lançadas contra igrejas no Paquistão.
Depois, fomos até o santuário de Bari Imam na periferia da cidade. Localizado em uma região mais pobre, escondida dos olhos dos visitantes e dos altos funcionários públicos de Islamabad, o seu entorno é bem movimentado, com barracas que vendem bugingangas de plástico, comida (os doces apesar de serem extremamente gordurosos, são bons) e pétalas de rosas perfumadas para serem ofertadas. O santuário cheira a incenso, que é queimado em um forno a lenha do lado de fora. As mulheres não podem entrar na parte principal - a elas é reservado um espaço lateral, separado por um muro. Parte dos homens rezam, outra parte descansam nos tapetes, fugindo de um sol escaldante, do lado de fora. Olhares curiosos e desconfiados voltavam-se para nós o tempo inteiro - não deve ser muito comum estrangeiros em um santuário na periferia da cidade... Dois homens vieram nos perguntar de onde viemos e se éramos muçulmanos. O Xavier disse que não era, mas eu não me agüentei e disse que era muçulmano. Em um instante, um foi falando para outro, e estávamos rodeados de pessoas que vieram nos cumprimentar, oferecer água, enfim.
A verdade é que, independentemente disso, tanto na casa de Deus quanto no santuário de Alá, as pessoas foram extremamente simpáticas e acolhedoras. Pode ser que isso seja pelo fato de verem em nós duas pessoas que dividiam com elas o seu credo, independentemente de cor e raça. Ou que essas pessoas, mais humildes do que as que estão no centro de Islamabad, sejam mais alegres e hospitaleiras. Acho que os restante da viagem pode apontar uma resposta. A certeza é que, neste último dia na cidade antes da ida para o interior, fechamos o corpo com uma benção dupla. Só para garantir.
Amei esse depoimento, eu ja fui a Taxila, eh a cidade do meu amore, eh linda, pobreza ao redor,porem riquissima culturamente e historicamente!

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