Showing posts with label entrevista. Show all posts
Showing posts with label entrevista. Show all posts

Tuesday, 17 November 2009

Chat com Marcos Uchôa

Marcos Uchôa
13/11/2009
O repórter falou sobre o Paquistão visto com o olhar de um turista.


Moderador fala para a plateia: Marcos Uchôa e Sérgio Gilz visitaram o Paquistão e mostraram o país com o olhar de um turista. Os repórteres conversaram com os internautas e contaram mais sobre os bastidores da série.

Moderador apresenta a mensagem enviada por samuelsantos_campinas: Como é a hospitalidade do povo paquitanes? Já ouvi dizer que os indianos pedem até para tirar fotos com os estrangeiros, lá também acontece isso?
Sérgio Gilz responde para samuelsantos_campinas: O paquistanes é extremamente hospitaleiro. Os indianos são bem hospitaleiros.

Marcos Uchôa fala para a plateia: As pessoas eram de uma gentileza com a gente. Ofereciam comida e água o tempo todo, eles foram muito gentis. De uma maneira geral, o fato é que as pessoas são muito parecidas.

Moderador apresenta a mensagem enviada por josuegomes_bh: A estrutura no país é boa? Me refiro a hotéis, restaurantes, etc...
Sérgio Gilz responde para josuegomes_bh: Para o estrangeiro é muito boa. Em termos de hotéis, internet, acessos.

Marcos Uchôa fala para a plateia: O que acontece é que há ótimos hotéis, mas não existem médios hotéis. Os problemas que eles têm são com a eletricidade.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Marcelo-SSA-BA: Uchôa, aqui no Brasil, vemos países como o Paquistão e adjascentes como países violentos e como se fossem terra de ninguém, é verdade ou esses países tem turismo como outro qualquer?
Marcos Uchôa responde para Marcelo-SSA-BA: Os números de turistas são baixíssimos. A gente tem muito a crescer ainda também.

Sérgio Gilz fala para a plateia: A imagem do Paquistão é que precisa ser trabalhada.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Olavo_Campos: O que mais te chamou a atencao no paquistao?
Marcos Uchôa responde para Olavo_Campos: Para mim, a variedade. Eu não imaginei um país com deserto, montanhas. E a diversidade de cultura.

Sérgio Gilz fala para a plateia: A diversidade realmente é muito grande.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Simone: Boa tarde Marcos. Sou jornalista, meu nome é Simone e moro em São José dos Campos. Qual foi seu maior desafio como repórter para a realização dessa reportagem?
Sérgio Gilz responde para Simone: Acho que a maior dificuldade foi o calor. O resto estamos acostumados, a gente faz com muita frequência.

Marcos Uchôa fala para a plateia: Havia também a questão da segurança. O governo nos deu uma segurança que às vezes até atrapalhava. Mas o calor, o Sérgio tem razão, é muito forte.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Jhonatan: Jhonatan - Araraquara-SP: A população local tem vontade de dexar o país?
Marcos Uchôa responde para Jhonatan: Muito. Eu morei em Londres durante muito tempo. E há uma colônia paquistanesa grande em Londres, na Alemanha também e nos Estados Unidos.

Sérgio Gilz fala para a plateia: Mas eles querem sair, ganhar dinheiro e voltar. Todos têm vontade de voltar um dia.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Adriano_Sobral: Gostaria de saber como os paquistaneses veem os brasileiros?
Marcos Uchôa responde para Adriano_Sobral: É um desconhecimento quase total.

Sérgio Gilz fala para a plateia: O futebol, que nos aproxima do mundo, eles não gostam. Eles gostam de críquete.

Moderador apresenta a mensagem enviada por cristina: Vocês passaram algum tipo de privação em relação aos costumes do país,algum tipo de proibição coisas do tipo? Cristina de Campina Grande
Sérgio Gilz responde para cristina: Se tem uma coisa que eu me proíbo é comer galinha. Porque lá no Paquistão era só frango (risos)!

Marcos Uchôa fala para a plateia: A gente queria ter feito alguma coisa sobre essa área nuclear. Mas é uma área sensível, a gente não poderia fazer. De maneira geral, tivemos um retrato bom do país.

Sérgio Gilz fala para a plateia: Um retrato perfeito!

Moderador apresenta a mensagem enviada por Edson: Edson - Curitiba As quetões de direito das mulheres?
Marcos Uchôa responde para Edson: Amanhã, a última matéria da série vai ser sobre a mulher no Paquistão. A mulher é muito mal tratada. A mídia hoje está tentando alertar para mudar esses costumes, mas são coisas de muitos séculos. A situação é muito complicada.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Nieskier: Géssica- Pb: Qual foi a coisa mais extravagante que vc viu em suas viagens?
Sérgio Gilz responde para Nieskier: Eu sei de uma coisda curiosa! As camas feitas de cordas. E ficam ao ar livre.

Marcos Uchôa fala para a plateia: A gente inclusive poderia importar!

Moderador apresenta a mensagem enviada por alicecarneiroCURITIBA: Eu fiquei encantada com aquelas imagens! Se fosse para indicar um lugar do paquistão para visitar, qual você indicaria?
Marcos Uchôa responde para alicecarneiroCURITIBA: Como cidade, a mais bonita eu achei Lahore. E em questão de imagens o norte do país.

Wednesday, 5 August 2009

Carol entrevistada por jornal

Por: Bárbara Prince - aluna para jornal da USP

Cada um no seu país
Diferenças culturais, preconceito, distância. A história de brasileiras que enfrentam tudo para ficar com os seus amores gringos.
Comida apimentada, trajes mais comportados, uma religião e um idioma completamente diferentes dos seus. Foi com isso que se deparou Carolina Padovezi, 22, ao desembarcar pela primeira vez em Islamabad, no Paquistão, em 2007.
Para ela, aquele país era um choque: “me senti voltando aos tempos bíblicos de Abraão”, brinca. Os paquistaneses também repararam no seu estrangeirismo. “As pessoas me olhavam muito e isso me incomodava, eu me sentia um ET. Chegavam até a parar o carro para falar comigo, eu morria de medo”. Mas a viagem a uma terra tão distante e diferente da sua tinha um objetivo que, para Carol, justificava qualquer coisa: conhecer pessoalmente Ahmed, 23, com quem ela vinha se comunicando pela internet há dez meses.
O gosto pelo diferente
Carol e Ahmed se conheceram pelo Orkut, através de um amigo em comum, em março de 2006 e se apaixonaram. Ela conta que sempre se interessou por essa cultura que se originou na Arábia Saudita, mas que nunca tinha pensado que se envolveria em um namoro à distância.
A terapeuta de casais Lidia Rosenberg Aratangy, em seu livro Sexualidade – A difícil arte do encontro, explica a atração que pessoas como Carol sentem por gente tão diferente: “Muitas vezes o que torna alguém atraente é justamente aquilo que ele traz de diferente e novo em relação ao universo familiar conhecido”.
A escolha do casal foi chocante para muitos de seus conhecidos, mas principalmente para a família de Carol. Em seu blog ela conta que cansou de ouvir familiares alertando-a, acreditando que Ahmed fosse um terrorista, enquanto a família dele a recebeu muito bem. Carol já morou no Paquistão por um mês em 2007 e por três meses entre o final de 2008 e o início de 2009. Hoje eles estão noivos e ela continua lutando contra o preconceito – uma luta que vale a pena para ela, que está apaixonada e feliz. Aliás, apesar das suas opiniões diferentes (a religião e é uma das poucas desavenças que os dois ainda têm), Carol se relaciona melhor com Ahmed do que com brasileiros. “Senti que os paquistaneses têm um enorme respeito por suas esposas.”
Isso é uma demonstração de que as diferenças nem sempre são prejudiciais ao relacionamento. Lidia Aratangy afirma que “diferença não significa inferioridade, e as bagagens desiguais podem enriquecer a convivência e tornar a vida interessante”.
Namoro virtual
Carol não é a única brasileira a se aventurar com esse tipo de experiência. Na comunidade do Orkut “Casado com estrangeiro”, 2.772 brasileiros e brasileiras compartilham suas experiências e histórias de amor. Entre eles está Jennifer Rezende, de 23 anos, que namora o finlandês Veli-Pekka Määttänen, 32.
Jennifer e Völö, como é chamado pelos amigos, também se conheceram através da internet, no final de 2007. Como muitos relacionamentos presenciais, o deles teve início com uma amizade que teve bastante participação por parte dos dois, que conversavam online todos os dias. Não demorou mais do que um mês para que ambos declarassem seu amor um pelo outro.
Depois disso, foram sete meses de espera para que Jennifer tomasse a primeira atitude para aproximá-los – voou até Helsinki para passar três meses ao lado de Völö. O namoro presencial deu muito certo e, no verão seguinte, foi a vez dele visitá-la em São Paulo. Desde então, os dois mantêm o seu relacionamento à distância, se comunicando pela internet. Para Jennifer, isso não é nada fácil – alguns amigos e membros da sua família, que ela chama de “vilões”, tentam acabar com o seu conto de fadas, insistindo em lhe dizer que o namoro não dará certo. Mas ela supera qualquer opinião alheia com a ajuda de Völö. “Ele nunca tem momentos de desânimo e acreditou em nós desde o princípio” diz ela, feliz.
Ela conta em seu blog a sua perseverança em relação ao romance: “Não escolhi ter um namoro assim, não escolhi me apaixonar por ele, mas ele entrou na minha vida e eu não quero que saia mais”. Para ela, o que o que mais ajuda um namoro como o seu é a confiança – “a confiança um no outro, a confiança de que no final tudo vai dar certo” – e, o mais importante, o amor.
Enquanto era entrevistada pela Gloss, Jennifer recebeu a notícia de que o namorado virá vê-la no mês de setembro, após quase oito meses desde a última visita. Desde então, ela vem contando os dias para ficar novamente ao lado de quem ama, como toda mulher gosta.
Referências:
ARATANGY, Lidia Rosenberg. Sexualidade – a difícil arte do encontro. 4ª edição. Ática, São Paulo, 1998. p.34-35.
Blog da Carol http://carolpaquistao.blogspot.com/
Blog da Jennifer http://jennynafinlandia.blogspot.com/
Comunidade “Casado com um estrangeiro”: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=86788

Friday, 15 May 2009

Interview with Musharraf

Para quem vai ficar em casa esse finde e tem tv Cnn, aproveite para ver a entrevista com o Musharraf! Domingo dia 15 as 16:00hrs no Brasil. In Pakistan at 1am
EXCLUSIVE
This week on GPS, an exclusive interview with former Pakistani President Pervez Musharraf. If Pakistan and Afghanistan are the biggest global stories of the moment (and they are), the man who can shed the most light on them is surely Pervez Musharraf - the man who resigned from power in Pakistan just nine months ago. Make sure not to miss GPS this Sunday(15th) at 1pm and 5pm.


QUESTION OF THE WEEK
Next week former Pakistani President Pervez Musharraf is on the show. What questions should Fareed ask him? Tell us what you think and why. Email us at GPS@cnn.com




Musharraf not ruling out running for office

Former Pakistani President Pervez Musharraf, who took control in a bloodless coup and left office under threat of impeachment, is not ruling out the possibility that he'll run for office once the law allows.

Musharraf, speaking on CNN's "Fareed Zakaria GPS," said he wishes the current government well and that he "would be the happiest person" if the nation deals well with threats such as the growing political and martial strength of the Taliban.
"But one is concerned about Pakistan, certainly," he said on the program, which is scheduled to air Sunday. "One does get concerned about where are we headed and what are we doing.
"If
Pakistan is in trouble and if any Pakistani, myself included -- if you can see that we can do something for it -- well ... my life is for Pakistan," he said.
Musharraf, once Pakistan's army chief, resigned under intense political pressure in August.
He had swept to power in 1999 in a bloodless coup, removing Prime Minister Nawaz Sharif and appointing himself president in 2001, while remaining the head of the military.

Considered an ally by the United States in the fight against Islamic extremists in the region, he was criticized for impeding democratic elections in 2008 -- including delaying the elections, suspending the country's constitution, restricting the media and having political protesters arrested.
Ultimately, his political party -- Muslim League-Q -- finished third in the voting and he stepped down only after the ruling coalition announced it would seek to impeach him.
But now, President Asif Ali Zardari has public approval ratings around 19 percent. When asked by Zakaria if Zardari has the public backing needed to fight the Taliban, Musharraf suggested he does not.
He noted that Zardari, the widower of former Prime Minister Benazir Bhutto, was elected by two-thirds of Pakistan's parliament.

"Democratically, he's elected by two-thirds. And these are the people who are the representatives of the same people you're talking of -- 19 percent in favor ... ," he said.
"So, there's a dichotomy. You can analyze it yourself."
Some 1.5 million people have been displaced by 10 months of fighting between the Pakistani military and the Taliban along the country's border with Afghanistan, the chief minister of North West Frontier Province estimated Thursday.
With a government offensive against the
Taliban nearly three weeks old, a spokesman for Pakistan's army insisted that the military intends to drive the Taliban out of the contested area. Musharraf said deals with the Taliban several years ago that allowed the group some power were a mistake because "it was not from a position of strength" by Pakistan
But, if the military is able to take the upper hand, more deals may be needed to calm fighting by the fundamentalist group. Any deal, Musharraf said, would require that the Taliban in Pakistan not support
Al Qaeda and not go into Afghanistan to fight against U.S. and coalition troops.
"I think the line of going for political deals, political compromises, is correct," he said. "We must do it -- even if we are doubtful of some of the people involved in the signing."
Musharraf said the laws under which he stepped down would allow him to run for office in Pakistan in six months -- although he doesn't intend to do so.

"We're not running for office in six months," he said. "I'm on lecture circuits. I'm enjoying this professional activity of giving lectures, which I could never imagine, as a military man, that I'd be doing."
Then, if Muslim League-Q asked him to run as their presidential candidate? "They haven't asked me yet," he said. "Let them ask me first and then I'll reply."



Prefiro o Musharraf no poder do que esse Zardari... todos sabem que ele matou sua esposa a Benazir... o cara esta estancado la no poder sugando tudo o que pode e nao faz nada... Musharraf foi corrupto, mas pelo menos fez algumas coisas, como o Passaporte.. nem isso o povo tinha descente.. sabe aquela coisa de 1900? Olhos: Dois, Nariz: um, Cabelo: tem... ahuahuhaa uma coisa bem assim. Tambem mandou registrar o povo, todos adquiriram a carteira de Identidade! Quem depende da Net pra falar com o namopak sabe quanto utimamente tem faltado luz la...
Ja notaram o tamanho do interesse dos EUA no Paquistao? Ja se perguntou o porque?






Monday, 30 March 2009

Carol Entrevista: Cintia

A entrevista de Hoje é com a Cíntia. Brasileira casada com um Paquistânes e que mora em Lahore:



A quanto tempo está no Paquistão? 2 anos

Já pagou algum mico? Não. O marido, as cunhadas e a sogra estao sempre me guiando

O que mais gosta? Eu gosto do umair, minha unica razao d estar aqui. amooooooooooo

Sabe fazer os pratos típicos? Qual? ixiii, next?? rsss (n sei,n. sou uma negacao na cozinha! e ainda por cima a maioria dos pratos eles usam frango e mutton, e eu n como)

Quais cidades já visitou? Moro em lahore,conheci islamabad e murree

Tem filhos? Nasceram no Paquistão? Como foi? Tenho uma filha nascida no paquistao. foi dificil achar uma medica e um hospital q me agradassem, mas acabei encontrando e deu td certo. Minha sogra me ajuda bastante, mas eles tem um jeito estranho d cuidar dos bebes. Por exemplo, as paquistanesas acham linda a cabeca do nenem ser achatada, entao desde q nascem, apertam a cabecinha da crianca na testa, e ao inves d travesseiro macio, eles apoiam a cabeca num pedaco duro d madeira... td mundo q vem visitar a minha filha fica d olho p ver se a forma da cabeca esta "boa" (d acordo c o padrao d beleza aqui) e assim julgam se a crianca esta sendo bem cuidada ou nao. outra coisa q ao embalar o nenem p fazer dormir, os "tapinhas" nas costas nao sao nada delicados, e o + incrivel eh q a crianca dorme mesmo!! tadinha das criancinhas, mas p eles isso eh sinonimo d cuidado. vai entender...

Prentende morar ai para sempre? Sim, mas n mudo o pensamento d q um pais neutro seria o ideal.

Como é a familia dele? Como te tratam? Moro com meus sogros, e n posso me queixar pq me tratam super bem. O sogro me elogia p td mundo J e a sogra me enche d presentes. As minhas cunhadas moram fora (uma no japao,outra em dubai). Qdo elas vem visitar ficam mais d um mes, e sempre trazem + presentes p mim q p o Umair rs, e me ajudam nas compras, na producao (qdo tem alguma festa ou evento p ir), e no q precisar. Alem disso, sou apegada demais aos meus sobrinhos (2 meninas e 1 menino) eles tbm me adoram e a gente se diverte muuuuito! Mas no modo de vida paquistanes ha interferencia da familia toda p td e qqr coisa, entao as vezes sinto falta d certa liberdade.

O que mudaria no Paquistão? Se eu pudesse mandava limpar esse paquistao d ponta a ponta rss acho td tao sujinho! as ruas, os restaurantes, em td lugar.
mudaria tbm o pensamento dessa sociedade completamente machista.

Obrigada Cíntia! Adorei
Sobre a cabeça dos bebes eu não sabia.. fiquei chocada...

Followers

Search This Blog